Categorias
acompanhamento hospitalar

Internação hospitalar: quais os cuidados necessários para acompanhar um idoso?

Mais frequente na vida dos idosos devido a emergências ou tratamentos, a internação hospitalar é um evento estressante para qualquer pessoa. Afinal, quem está no hospital sente-se inseguro e fragilizado, especialmente em razão ao ambiente diferente do que está acostumado.

Para garantir que um idoso tenha o suporte necessário nesse momento difícil e não se sinta abandonado, a companhia é fundamental. Mas, afinal, quais cuidados são necessários para promover a tranquilidade nesse processo?

Se você quer descobrir, está no lugar certo! Continue a leitura e saiba mais sobre a internação hospitalar de idosos.

A necessidade de internação

Antes de tudo, é importante ressaltar que, se houver possibilidade, o ambiente hospitalar deve ser evitado — principalmente neste momento de pandemia de COVID-19. Isso porque, dentro do hospital, há riscos de contaminação por diferentes agentes infecciosos, o que pode levar ao surgimento de outras doenças e ao desenvolvimento de infecção hospitalar.

Além disso, é comum que idosos internados sofram quadros de confusão mental, gerando preocupação na família. Por isso, quando for possível, deve-se garantir que o paciente receba assistência em sua própria residência. Assim, o processo se torna mais seguro e tranquilo para todos.

A importância da companhia para idosos internados

Se você já esteve internado sabe que, durante esse processo, é comum passarmos por aplicação de medicações, avaliação de sinais vitais e uma série de outras atividades que podem causar estresse e preocupação. Tudo isso fragiliza o estado emocional do idoso, fator capaz de impactar sua recuperação.

Estudo mostram que, quando há um acompanhante, os idosos se sentem mais tranquilos e a resposta clínica é mais satisfatória. Isso porque a companhia faz com que tenham alguém para conversar, dividindo medos ou compartilhando possíveis queixas. Ela ainda acalma, melhora a autoconfiança e minimiza os riscos de que o idoso se sinta sozinho ou abandonado.

Cuidados necessários com o idoso internado

Agora que você já conhece o papel fundamental do acompanhante no período de estadia no hospital, chegou o momento de conhecer alguns cuidados que devem ser tomados.

Primeiramente, é importante evitar levar para ambiente hospitalar qualquer item desnecessário, como acessórios e bijuterias. Deve-se lembrar apenas dos objetos essenciais, como roupas confortáveis, produtos de higiene pessoal e sapatos. Além disso, a carteirinha do convênio e os documentos pessoais não podem ser esquecidos.

Antes de iniciar a internação, obtenha o máximo de informações da equipe de profissionais da saúde, entendendo o diagnóstico e motivo da hospitalização. Além disso, possíveis intolerâncias, alergias e problemas preexistentes devem ser informados aos médicos.

Durante a internação, é importante também verificar o conforto do paciente – isso pode incluir a necessidade de trocas de posições na cama ou até mesmo uma massagem de conforto, se autorizado pelo médico.

Por fim, é fundamental que haja um acompanhamento do quadro, e que sejam solicitadas previsões de alta. Afinal, o idoso deve permanecer apenas o tempo necessário no hospital, considerando-se os riscos já mencionados.

Após a internação

Se você vai acompanhar um familiar idoso durante sua internação, deve se atentar aos cuidados necessários para a recuperação em casa. Antes da alta, esclareça possíveis dúvidas e obtenha orientações da equipe médica, de modo a evitar retornos.

Na residência do idoso, a atenção deve ser redobrada, uma vez que pode haver a necessidade de usar medicamentos, além de possíveis riscos de acidente. Por isso, é importante que haja auxílio integral ao idoso, evitando imprevistos que podem levar a uma piora no quadro de saúde.

Conte com auxílio especializado

Sabemos que os filhos e familiares sempre querem ficar com seus pais, tios ou avós no hospital durante o tempo todo da internação. No entanto, vemos que, principalmente em internações longas, a rotina de vida da família começa a ficar muito complicada.

Sabendo disso, a Senior Concierge conta com profissionais especializados e de confiança para substituir pessoas que, por algum motivo, não podem oferecer companhia para idosos internados. Com uma equipe de cuidadores e enfermeiros, proporcionamos o melhor suporte no hospital.

Também temos a solução de cuidados pós-operatórios, que iniciam-se no ambiente hospitalar e se estendem ao conforto do domicílio. Em nosso serviço de Welcome Home, oferecemos todo o auxílio indispensável para o restabelecimento da rotina e recuperação da saúde. Podemos comprar medicamentos, curativos, alimentos,  muletas e outros itens, garantindo um ambiente acolhedor para o retorno do idoso.

A internação hospitalar é um momento difícil para qualquer pessoa. Para os idosos, a situação pode ser ainda mais estressante. Por isso, a presença de um acompanhante é necessária e parte importante do tratamento. Com ela, o paciente se sente mais seguro e autoconfiante para enfrentar o período de hospitalização.

Agora que você já conhece os cuidados necessários nesse processo e a importância da companhia para idosos, o que acha de falar conosco e saber mais sobre nossas soluções que garantem mais tranquilidade à família e ao paciente ao longo da internação? Vamos conversar!


Categorias
Cuidados com idosos depressão em idosos

Depressão em idosos: como prevenir e identificar?

A terceira idade é uma fase da vida repleta de transformações. A carreira profissional se encerra, os filhos saem de casa, limitações ou problemas de saúde aparecem… Sem dúvida, não é fácil lidar com tantas mudanças, não é mesmo? Por essa razão, a depressão em idosos infelizmente é um quadro frequente.

É comum vermos idosos morando sozinhos e passando longos períodos sem conversar com alguém. Isso leva muitas pessoas a acreditarem que a solidão e a tristeza são normais nessa fase da vida. No entanto, esses sinais merecem, sim, atenção e podem ser indicativos de um problema mais sério.

Para ajudar você a entender os sintomas da depressão em idosos e os meios mais eficazes de evitá-la, preparamos este artigo. Continue a leitura e esclareça suas dúvidas!

O que é depressão

A depressão é uma das mais comuns condições mentais tratáveis. De acordo com o Ministério da Saúde, sua prevalência ao longo da vida no Brasil gira em torno de 15,5%. Entre os idosos, estima-se que 9,2% da população sofra com a doença.

Trata-se de um transtorno que acarreta alterações no humor, caracterizando-se por uma tristeza profunda, além de sentimentos como culpa, amargura e baixa autoestima. Como resultado, a rotina fica comprometida, uma vez que a depressão passa a interferir em atividades corriqueiras.

Entre os idosos, é comum que o quadro seja negligenciado. Afinal, nem todo mundo consegue identificar a depressão em idosos, tendo em vista que os sintomas são diferentes. Com isso, a qualidade de vida se perde, e não é à toa que nos deparamos com a triste realidade do aumento de suicídios entre idosos.

Sintomas da depressão em idosos

Imagine a seguinte situação: você está visitando seu pai e nota que ele não parece ter o ânimo de antes. Ele não quer mais realizar tarefas de que gostava e passa grande parte do dia dormindo. O que fazer? Embora todo mundo enfrente fases difíceis, não se pode ignorar sinais como esses na vida de um idoso.

Nem sempre a depressão em idosos é facilmente perceptível. Muitos não aparentam estar tristes, dificultando o diagnóstico. Além disso, alguns apresentam perda de memória ou dores, sintomas que acabam sendo associados a outras doenças. O transtorno também pode se apresentar de forma mais severa nessa fase da vida, com queixas somáticas, hipocondria, alterações do sono e perda de apetite.

A falta de energia para a realização de tarefas do dia a dia, a apatia e a tendência de se isolar socialmente são outros sinais que podem acompanhar um quadro depressivo. Em geral, toda mudança de comportamento requer atenção. Portanto, caso note algum desses sinais, não deixe de levar seu familiar a uma consulta médica.

Prevenindo a depressão em idosos

Algumas atividades simples e hábitos saudáveis podem contribuir para trazer bem-estar e melhorar a saúde mental do idoso, prevenindo a depressão. Entre eles, podemos citar:

  • Prática de atividades físicas;
  • Alimentação saudável e equilibrada;
  • Atividades lúdicas e recreativas que exercitem o cérebro;
  • Convívio com familiares e amigos.

Para manter a mente equilibrada, é fundamental ter uma rotina saudável e não se isolar socialmente. Em tempos de distanciamento social como os que vivemos em razão da pandemia de coronavírus, a família pode auxiliar virtualmente, utilizando os meios de comunicação com os quais o idoso tem mais familiaridade.

A importância da companhia para idosos

Ficar sozinho é um fator de risco para a depressão na terceira idade. Por isso, a companhia para idosos é de fundamental importância para a prevenção desse e de outros problemas. O contato humano estimula o cérebro e promove o autocuidado, além de melhorar a autoestima. Tudo isso contribui para uma melhor qualidade de vida.

Mas, afinal, como oferecer companhia para idosos em meio à correria da rotina? Nessa situação, é válido contar com um acompanhante, profissional capaz de oferecer suporte especializado no dia a dia do familiar. Ao auxiliar na adoção de hábitos saudáveis e acompanhar o idoso, ele minimiza os riscos de solidão, isolamento e depressão.

De olho nos sinais

O envelhecimento é um processo natural, porém complexo. As mudanças que o acompanham, como a aposentadoria, limitações do organismo e a perda de entes queridos podem prejudicar a saúde emocional se não houver um suporte efetivo. Por isso, a depressão em idosos tem se tornado cada vez mais frequente. 

Não é raro encontrar casos em que a doença passa despercebida. Afinal, algumas pessoas erroneamente consideram a tristeza e a solidão características da terceira idade. Além disso, os sintomas costumam ser diferentes, dificultando o diagnóstico. Portanto, estar atento a qualquer mudança de comportamento é fundamental.

Agora que você já sabe como identificar e prevenir a depressão em idosos, bem como a importância da companhia nessa fase da vida, leve essas informações mais longe! Compartilhe o artigo em suas redes sociais e ajude mais pessoas a ficarem atentas à saúde mental dos mais velhos.

Categorias
Cuidados com idosos Idosos Pneumonia

Pneumonia em idosos: riscos e prevenção

Não há dúvida de que a pneumonia em idosos é um quadro preocupante. A doença infecciosa, caracterizada por uma inflamação do pulmão, pode ser ocasionada por bactérias, vírus ou fungos. Esses agentes penetram no espaço alveolar, prejudicando a troca gasosa. Trata-se de uma das principais causas de internações no país, afetando cerca de 900 mil pessoas anualmente.

Infelizmente, é comum que a doença afete os idosos, que são mais vulneráveis a ela. Isso porque a sua incidência aumenta com o avanço da idade. Seus impactos no organismo podem não ser perceptíveis no começo, o que atrasa o diagnóstico e agrava a situação. Quando não tratada a tempo, pode levar à morte, o que mostra a necessidade de estar atento aos sintomas e comportamentos de pessoas da terceira idade.

Para ajudar você a entender como a pneumonia afeta os idosos, seus fatores de risco e a importância de observar seus sinais, preparamos este artigo. Boa leitura!

Quais os fatores de risco da pneumonia em idosos?

Com o passar dos anos, as defesas do organismo dos idosos costumam se enfraquecer, tornando-os mais vulneráveis à pneumonia. Afinal, esse fator faz com que a exposição a microorganismos resulte em processos infecciosos com mais facilidade. Por essa razão, eles são considerados grupo de risco.

De acordo com o portal Boa Saúde, a partir dos 65 anos, aumenta o risco de ocorrência da doença, mas outros fatores também podem contribuir, e é preciso estar atento a eles. Confira os principais:

  • Presença de doenças crônicas associadas, como hipertensão, diabetes, asma e problemas cardíacos;
  • Falta de nutrientes no organismo;
  • Necessidade de hospitalizações recorrentes;
  • Alcoolismo e tabagismo;
  • Internação em clínicas ou casas de repouso;
  • Colonização de bactérias na cavidade bucal;
  • Utilização de sondas gástricas para alimentação.

Além desses fatores, existem mudanças naturais relativas ao envelhecimento que favorecem o surgimento da doença. Entre elas, a redução da força dos músculos que auxiliam na tosse, mecanismo de defesa do organismo contra infecções. Além disso, os pulmões tendem a sofrer mudanças nas estruturas, ocasionando menor tolerância a esforços e consequente diminuição na realização de exercícios físicos. Todas essas alterações favorecem o acúmulo de secreção no órgão, facilitando o desenvolvimento de agentes nocivos.

Quais os sintomas da pneumonia?

Nem sempre é simples identificar a pneumonia em idosos. Afinal, seu estágio inicial pode ser confundido com uma gripe ou um mal-estar. Além disso, o quadro clínico apresentado na terceira idade é muito diferente daquele que ocorre em indivíduos mais jovens, o que torna ainda mais difícil o diagnóstico.

Em geral, os sintomas da pneumonia são:

  • Tosse com catarro ou seca;
  • Febre;
  • Dor no tórax;
  • Falta de ar;
  • Cansaço;
  • Mal-estar geral;
  • Dor de cabeça;
  • Perda de apetite.

Enquanto, em pessoas jovens, é mais comum a presença de sintomas como tosse, febre e dor torácica, nos idosos, esses sinais não costumam aparecer. Na terceira idade, é mais frequente a presença de redução do apetite, confusão mental e desânimo, além de mudança na frequência de respirações.

Levando-se em conta que, em idades mais avançadas, a gravidade da pneumonia é maior, com risco de disseminação da infecção para o sangue, é fundamental diagnosticar e tratar a doença o mais rápido possível. Por essa razão, a atenção constante às mínimas alterações na saúde do idoso é um fator decisivo para o sucesso do tratamento.

Como prevenir a pneumonia em idosos?

As medidas necessárias para evitar a ocorrência da doença são simples. Conheça as principais:

Vacinação

A vacina da gripe é fundamental para a prevenção da pneumonia em idosos. Isso porque o agravamento da doença pode fazer com que os vírus cheguem ao pulmão. Também é importante vacinar o idoso contra o pneumococo, microorganismo que frequentemente leva à pneumonia bacteriana entre pessoas mais velhas.

Higiene

Lavar as mãos com frequência é um hábito benéfico que evita essa e muitas outras doenças. Mas uma boa higienização bucal também é muito bem-vinda quando o assunto é manter-se livre da pneumonia, uma vez que a presença de bactérias na boca pode ocasionar o quadro.

Cuidados gerais

Outros cuidados ajudam a manter os idosos livres da pneumonia, como uma alimentação balanceada, o controle de doenças crônicas e o posicionamento correto do leito, que, principalmente no momento das refeições, deve ser mantido com a cabeceira elevada.

Como é feito o tratamento da pneumonia?

Em geral, o tratamento da pneumonia é feito por meio de antibióticos, cujo diagnóstico e  escolha competem ao médico. Mas há quadros em que não há necessidade do uso desse tipo de medicamento, como nos casos de infecções virais. Em idosos, a doença pode ser tratada em casa ou no hospital, a depender da orientação do médico e da gravidade do caso.

Como tratamento complementar para a recuperação das funções do pulmão, pode-se realizar, sob orientação médica, a fisioterapia respiratória. Seu objetivo é melhorar a dinâmica respiratória, fortalecendo músculos e auxiliando na remoção de secreções. Utilizando estratégias não invasivas, essa técnica possibilita reverter ou minimizar as disfunções pulmonares ocasionadas pela pneumonia.

A pneumonia em idosos é uma doença preocupante, que representa sérios riscos à saúde. A efetividade de seu tratamento depende da rapidez do diagnóstico. Por essa razão, estar atento a anormalidades na saúde do idoso é essencial. Vale lembrar que, para oferecer atenção total a possíveis sintomas, uma boa opção é contar com um cuidador, que pode auxiliar, inclusive, na adoção de medidas preventivas.

Agora que você já sabe mais sobre esse problema, compartilhe o artigo em suas redes sociais para quem mais pessoas entendam sua gravidade e saibam da importância de um olhar atento à saúde dos idosos.