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A importância do acompanhamento para idosos com pneumonia

Um assunto que merece atenção são os casos de idosos com pneumonia, uma doença infecciosa frequente, grave e que compromete a qualidade de vida. Com a chegada do inverno, as doenças respiratórias se tornam mais comuns em todas as faixas etárias e, em especial, na terceira idade. Por isso, o acompanhamento de idosos é essencial nessas situações, para garantir uma recuperação mais rápida e segura para os mais velhos.

Vale lembrar que a pneumonia é uma das doenças mais graves para os idosos, em virtude do sistema imunológico menos resistente e, nesse período, das condições climáticas. O ar mais seco e a tendência de locais cheios são fatores que influenciam, já que as vias aéreas perdem hidratação e os agentes infecciosos circulam mais.

Se você tem familiares mais velhos, esse é o momento de entender como auxiliar na recuperação e oferecer acompanhamento. Idosos com pneumonia podem ter sintomas menos evidentes, e a internação pode ser necessária por conta das possíveis complicações. O artigo que preparamos traz todas as informações importantes sobre o assunto. Continue conosco!

Causas e sintomas da pneumonia

A pneumonia é uma doença respiratória típica de inverno, caracterizada por fluidos nos pulmões. A infecção pode ser causada por diferentes agentes infecciosos, como vírus, bactérias e fungos, e os idosos são um grupo de risco. O contágio da pneumonia se dá por gotículas contaminadas no ar e secreções, mas a transmissão não é alta como a da gripe.

Em razão da inflamação nos pulmões, os sintomas englobam mais áreas do que as vias aéreas, sendo os mais comuns tosse e febre. A tosse pode ser seca ou com catarro, a febre vem acompanhada de calafrios e a dificuldade respiratória também é comum, assim como dores nas costas. Costuma haver, ainda, a presença de secreção.

Descubra, a seguir, como o acompanhamento de idosos é determinante no tratamento. Afinal, a pneumonia em idosos é um assunto sério: mais de 80% das mortes causadas pela doença são de pacientes da terceira idade. Portanto, essa é a hora de promover mais saúde e bem-estar aos seus entes queridos nessa etapa tão importante da vida.

Idosos com pneumonia: como proceder

Quando se fala em idosos, é necessário que a família esteja atenta aos sintomas, que nem sempre se manifestam de forma clara. O tratamento envolve o uso de medicamentos e pode demandar internação, processo que pode se tornar mais simples com o acompanhamento de idosos. As possíveis complicações precisam de ainda mais cuidado na terceira idade.

O acompanhamento pode se dar em casa ou no hospital, e garante um auxílio na recuperação da saúde do paciente. Quando falamos em idosos, a experiência com medicações é um suporte a mais oferecido pelos profissionais e acompanhantes. Idosos com pneumonia respondem muito melhor ao tratamento acompanhados por profissionais ou familiares.

Além de cuidados básicos com relação ao compartilhamento de objetos e a proteção em ambientes hospitalares, por exemplo, há medidas simples para uma vida mais saudável. Algumas dicas que podem ser aplicadas com os familiares mais velhos para evitar a pneumonia são:

  • Evitar aglomerações;
  • Evitar mudanças bruscas de temperatura;
  • Cuidar adequadamente de gripes e outras infecções respiratórias;
  • hidratação;
  • tomar os medicamentos nos horários corretos, sem interromper o tratamento.

Por fim, não neglicencie os sintomas iniciais, ainda que não pareça se tratar de um caso da doença. Há pacientes mais velhos que apresentam mal-estar generalizado, falta de ar e confusão mental, sintomas que podem acometer idosos com pneumonia.

Saiba mais sobre o cuidado com os idosos

Os idosos com pneumonia demandam atenção, em especial pelo índice de casos e as complicações que podem ocorrer. Esse grupo de risco nem sempre tem sintomas claros, e a baixa imunidade, aliada ao inverno, cria um ambiente propício para a doença se espalhar. Tosse, febre e dor nas costas são alguns dos sintomas, além da secreção que se acumula e obstrui as vias aéreas.

Na terceira idade, o cuidado é essencial, e não só para os idosos com pneumonia: o dia a dia é beneficiado com um cuidador. Ter alguém experiente por perto ajuda nas atividades cotidianas e na melhora da saúde, bem como no tratamento de doenças. Separamos um artigo sobre cuidadores de idosos para você que está em busca de oferecer o melhor para as pessoas que ama. Boa leitura!

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Cuidados com idosos

DPOC em idosos: entenda a importância do cuidador

A DPOC em idosos é uma doença perigosa e com números significativos de óbitos. Por isso, é preciso estar muito atento aos sintomas, que costumam se manifestar em pacientes com mais idade. Responsável por comprometer a função pulmonar e afetar a respiração, a doença merece atenção por conta de danos irreversíveis que podem acometer os pulmões.

Quando se fala na rotina do paciente portador da DPOC, a presença do cuidador de idosos é o alicerce mais indicado para lidar com as limitações cotidianas. Além dos sintomas e mudanças da doença em si, o inverno surge como um fator agravante. As temperaturas caem e, mais do que isso, o ar se torna seco e resseca as vias aéreas do paciente.

Vale lembrar que a DPOC é considerada uma patologia da velhice, já que a maioria dos casos acontece com idosos, mas pode acometer pessoas mais jovens. Confira no artigo que preparamos como a doença se manifesta e quais cuidados são necessários. Se você tem familiares na terceira idade com os sintomas, fique atento e saiba como ajudar: a DPOC em idosos precisa de acompanhamento. Boa leitura!

Conheça a DPOC

A DPOC, Doença Respiratória Obstrutiva Crônica, equivale a um espectro de doenças respiratórias que comprometem os alvéolos ou as vias respiratórias. A bronquite crônica e o enfisema pulmonar são exemplos, e o tabagismo é um dos grandes vilões da saúde dos pulmões. Apesar de diagnosticada acima dos 40 anos de idade, a DPOC em idosos é bastante perigosa.

Na prática, a DPOC pode ocasionar o estreitamento das passagens de ar, com a presença de muco em alguns casos. Assim, a respiração se torna difícil, e o paciente começa a apresentar sintomas como falta de ar e tosse, em razão da obstrução das vias aéreas. O que se vê, portanto, é um declínio da atividade respiratória do paciente, de forma irreversível.

No dia a dia, o impacto desses sintomas é grande. A dificuldade de respirar causa cansaço, fadiga e prejudica muitas das atividades rotineiras, em especial na terceira idade. A dependência de ajuda, em muitos casos, influencia a percepção da pessoa sobre si mesma, principalmente no caso dos idosos.

DPOC em idosos

A partir dos 60 anos, a DPOC representa uma das principais causas de óbito. A DPOC em idosos acarreta uma limitação nas atividades cotidianas e exercícios físicos, em virtude da tosse e do muco que dificultam a respiração. A doença não tem cura, mas o devido acompanhamento permite tratar a DPOC e minimizar os sintomas, trazendo mais bem-estar aos idosos.

Um dos grandes riscos da doença é o agravamento do quadro. A DPOC em idosos, em estágios avançados, compromete o fluxo respiratório mesmo com o paciente em repouso. Vale lembrar que cuidados diários, como parar de fumar e fazer o acompanhamento e seções de fisioterapia pulmonar,são essenciais. Logo, quando os primeiro sinais surgirem, é preciso procurar ajuda profissional.

A presença do cuidador de idosos garante especialização para todos os casos. A rotina é melhorada, a qualidade de vida sobe e a convivência com as limitações da DPOC em idosos passa a ser facilitada. Por isso, o investimento no suporte profissional é tão importante nessa fase da vida, ainda mais nos casos de doenças restritivas.

Cuidado na terceira idade

A DPOC é uma doença que se manifesta com o comprometimento dos pulmões do paciente, a partir de quadros de bronquite e enfisema, por exemplo. Tosse e falta de ar são os principais sintomas, e a dificuldade com as tarefas diárias traz limitações à rotina. A DPOC em idosos é grave e merece atenção para preservar o que for possível dos brônquios e alvéolos.

Por se tratar de uma doença que traz prejuízos mesmo no repouso, no caso de quadros avançados, é preciso estar sempre atento aos sintomas. O tabagismo é um dos responsáveis pelos danos aos pulmões, e cuidados no dia a dia podem trazer alívio a quem sofre com o quadro.

O cuidador traz a experiência necessária não só no cuidado de pessoas com doenças, tais como a DPOC em idosos, mas também no acompanhamento na rotina diária. Por que não dar esse passo para oferecer bem-estar aos seus entes queridos? Confira um artigo sobre cuidadores de idosos e saiba como essa escolha pode fazer toda a diferença para os seus familiares mais velhos.

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Cuidados com idosos

Tuberculose em idosos: sintomas e prevenção

Quando se pensa em tuberculose em idosos, o fator mais preocupante é, sem dúvida, a alta incidência de casos nessa faixa etária. Além disso, os sintomas mais discretos demandam atenção por parte dos familiares, médicos e cuidadores.

Com a população idosa crescendo em vários lugares do mundo, é importante entender o ciclo da doença e como ela se manifesta nesses pacientes. Por ser uma infecção bacteriana, o tratamento deve ser levado a sério durante o tempo determinado e, no caso de tuberculose em idosos, o acompanhamento profissional é indicado. 

Ao longo do artigo, você vai saber mais sobre a doença e entender como ela se apresenta nos idosos. Descubra como prevenir a tuberculose na terceira idade e como a presença de um cuidador pode ajudar. Afinal, a saúde é determinante para bons níveis de qualidade de vida. Boa leitura! 

Saiba mais sobre a doença

A tuberculose é uma infecção bacteriana causada pelo bacilo de Koch. Essa patologia costuma comprometer os pulmões do paciente infectado, mas pode, também, atingir outros órgãos, como os rins. A transmissão se dá por meio de gotículas de espirros ou tosse da pessoa contaminada.

Muitos pacientes não apresentam sintomas da doença, embora tenham o agente infeccioso no corpo. Quem tem sintomas costuma sentir cansaço, dor no peito, tosse persistente por mais de duas semanas e produção de catarro. Esses sinais podem surgir juntos ou isolados.

Com o avanço do quadro, a tuberculose destrói a estrutura dos alvéolos pulmonares, atingindo os vasos sanguíneos. Assim, o paciente começa a expelir sangue, um sintoma bem conhecido da doença. A tuberculose em idosos, como será visto a seguir, pode ter sintomas sutis e, muitas vezes, passa despercebida pelas pessoas de contato próximo.

A tuberculose em idosos

Na terceira idade, é natural a diminuição das defesas do organismo, o que torna o idoso mais suscetível a doenças respiratórias, por exemplo. Por isso, a contaminação é mais fácil, e os números de tuberculose em idosos são expressivos. Os casos pulmonares, por exemplo, correspondem a 83%.

Os sintomas podem ser confundidos com outros quadros de saúde. Febre baixa, cansaço, déficit cognitivo e de memória são alguns exemplos de sintomas que os idosos costumam apresentar. Diferentes dos sintomas tradicionais e com progresso lento, muitas vezes não são notados.

Uma forma simples de evitar o contágio é ficar o mínimo possível em locais cheios. Afinal, é nessas situações que o bacilo tende a se espalhar; assim, a tuberculose em idosos pode ser reduzida. Durante o inverno, esse cuidado deve ser redobrado por conta de aglomerações e ambientes fechados com pouca circulação de ar.

Vale lembrar que idosos portadores de outras doenças têm mais chances de desenvolver quadros de tuberculose, ou a sua reativação. Insuficiência renal, HIV, diabetes e desnutrição, por exemplo, elevam os riscos de tuberculose nessa etapa da vida.

Por todas essas razões, o acompanhamento médico regular é importante, assim como a presença de um cuidador de idosos. Contratar um profissional promove uma transformação na rotina do paciente, aprimorando aspectos físicos e mentais. Além disso, tratamentos de saúde são melhor conduzidos.

Cuidado integral na terceira idade

A tuberculose em idosos é uma doença de avanço lento com sintomas que, muitas vezes, não são notados pelas pessoas próximas. Tosse, produção de catarro, febre e dor no peito são alguns sintomas clássicos da patologia. Em idosos, no entanto, cansaço crônico, febre baixa e piora cognitiva e de memória podem ser indicadores da tuberculose.

Além da fragilidade maior dos pulmões nessa idade, que propicia mais facilidade de contrair agentes infecciosos, o inverno é um agravante. Locais fechados e cheios não são indicados para prevenir a tuberculose. O estado geral de saúde do paciente idoso é outro fator importante, já que portadores de problemas renais, hepáticos, diabetes e HIV, entre outros, têm mais risco.

Portanto, quem tem familiares da terceira idade deve se manter atento a qualquer sintoma da tuberculose em idosos. Mais do que isso, oferecer apoio profissional é a melhor forma de garantir mais qualidade de vida e bem-estar aos idosos. Continue conosco e confira por que contratar um cuidador é um gesto de amor e cuidado relacionado à rotina do idoso como um todo.

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Check-up do Lar Senior Cuidados com idosos

Quedas de idosos: 7 dicas de como evitar

As quedas de idosos são um problema enfrentado por boa parte desse grupo, em decorrência de causas variadas. O corpo, por si só, já não tem a mesma resistência, ao mesmo tempo em que a estrutura da casa pode conter elementos de risco.

Depois dos 65 anos, o índice de queda da pessoa idosa varia de 28% a 35%, com números que sobem depois dos 70 anos para 32% a 42%. Logo, essa questão merece um cuidado especial para que o familiar idoso tenha mais conforto diariamente.

Mudanças práticas são capazes de evitar quedas de idosos, das mais simples às mais graves. É preciso avaliar cada cômodo para reverter as possíveis causas de acidentes, que podem acarretar impactos à saúde e prejudicar a qualidade de vida. Quem tem familiares idosos, em especial os que apresentam dificuldades de locomoção ou doenças, precisa estar atento.

Quer saber mais sobre esse assunto para cuidar do seu ente querido cada vez melhor? Confira as dicas que preparamos para evitar quedas de idosos.

Acidentes: quais os fatores de risco?

O envelhecimento é um ciclo da vida que promove mudanças no corpo, as quais podem induzir acidentes domésticos com idosos. Um dos efeitos naturais do tempo é a perda da massa muscular, aspecto essencial para a realização de movimentos cotidianos.

Com isso, a musculatura do idoso enfraquece e as quedas se tornam mais frequentes, pois o corpo não tem mais a mesma vitalidade. Além disso, o equilíbrio também diminui com o passar do tempo, dificultando a locomoção mesmo em ambientes aparentemente seguros.

Quedas de idosos também podem ser causadas por problemas de visão, outro exemplo de mudança fisiológica. Dentro de casa, é preciso avaliar o piso, tapetes e a iluminação, bem como outros cuidados simples. A seguir, você vai descobrir como tornar o lar do idoso mais seguro.

Como evitar quedas de idosos?

Reduzir o índice de acidentes na terceira idade demanda atenção a dois pontos: o fisiológico e o ambiente. Confira nossas sete dicas para evitar quedas de idosos.

1. Mantenha a casa iluminada

Adeque a iluminação de todos os cômodos, para evitar pontos escuros e ter certeza que o seu familiar está caminhando com mais segurança.

2. Cheque os pisos

Alguns pisos são mais derrapantes. Por isso, prefira os que oferecem menor risco de quedas. Caso queira usar tapetes, opte pelos emborrachados e antiderrapantes, para evitar que embolem e causem acidentes

3. Escolha móveis firmes

Como os móveis acabam servindo de apoio para a pessoa idosa, escolha peças firmes e seguras para a casa toda. Dê uma atenção especial à mesa de cabeceira.

4. Deixe o banheiro seguro

O banheiro é um cômodo onde acontecem muitas quedas de idosos. Para evitar esse quadro, instale barras de apoio e tapetes antiderrapantes. Degraus no banheiro devem ser evitados.

5. Fique de olho na saúde

As consultas médicas são indicadores no caso da necessidade de óculos ou terapias para fortalecer a musculatura. Esses detalhes são responsáveis por muitos acidentes.

6. Contrate um cuidador

O cuidador de idosos é responsável por acompanhar o familiar e prestar toda a assistência necessária. Além da ajuda com as atividades diárias, o profissional é uma companhia atenta e experiente para combater o problema

7. Invista em um check-up do lar

Algumas empresas oferecem o serviço de check-up do lar, ideal para os idosos. Com a consultoria, você descobre quais adequações podem ser feitas na residência para melhorar a mobilidade e o dia a dia da pessoa idosa.

Cuidados na terceira idade

Evitar quedas de idosos é importante para elevar a qualidade de vida e a saúde. Acidentes domésticos se tornam mais frequentes a partir dos 65 anos e podem comprometer, principalmente, a mobilidade. Aspectos físicos relacionados a equilíbrio, fraqueza muscular e visão podem causar quedas.

Entre as principais dicas estão adequar os cômodos, para mantê-los iluminados e sem pisos e tapetes derrapantes. Conte com um check-up do lar para fazer as mudanças necessárias, e um cuidador pode auxiliar na rotina do idoso. Fique de olho nas indicações médicas para garantir uma melhor qualidade de vida à pessoa idosa, o que também evita acidentes.

As precauções com o familiar da terceira idade englobam cuidados além das quedas de idosos. Na prática, todos os detalhes fazem a diferença quando se fala em bem-estar. Confira nosso artigo sobre companhia para idosos e saiba como a presença de um cuidador pode transformar o dia a dia de quem você ama.

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Cuidados com idosos Idosos

Como lidar com idosos teimosos?

Não é raro encontrar familiares de idosos que se queixam de como os mais velhos são resistentes, inflexíveis e até agressivos. Muitos agem de forma obstinada, não aceitando atitudes necessárias para a promoção de seu bem-estar. Mas, afinal, como lidar com idosos teimosos?

Quem convive com uma pessoa de temperamento difícil sabe o quanto a teimosia pode colocar em risco sua saúde e qualidade de vida. Por isso, saber como agir diante de situações em que os mais velhos não concordam com algo necessário é fundamental.

Para ajudar você a identificar as causas desse comportamento e tomar as atitudes certas, preparamos este artigo. Continue a leitura e descubra como oferecer auxílio a quem você ama.

Por que alguns idosos são teimosos?

Para quem observa de fora, pode até parecer engraçado quando um idoso se recusa a dormir, tomar banho ou comer. Mas esse tipo de situação, quando se torna frequente, pode trazer sérios problemas para a convivência familiar e, principalmente, para o bem-estar do próprio indivíduo, que começa a colocar em risco a saúde.

O primeiro passo para lidar com esse comportamento é se perguntar o que há por trás dele. Afinal, a teimosia pode ser uma reação a diferentes problemas, muitas vezes ocultos. Entre as possíveis causas, estão:

  • Motivos sentimentais que fazem com que o idoso queira chamar a atenção;
  • Desenvolvimento de quadro demencial (alzheimer, por exemplo)
  • Não aceitação de possíveis limitações;
  • Medo de perder a autoridade e independência;
  • Efeitos colaterais de alguma medicação;
  • Dificuldades auditivas;
  • Irritabilidade;
  • Cansaço relacionado a distúrbios do sono;
  • Depressão.

Todos esses fatores podem levar um idoso a resistir a conselhos e opiniões da família. Alguns deles necessitam de tratamento, por isso, investigar os motivos é fundamental para encontrar a melhor solução para o problema. Em todos os casos, a paciência e a empatia são essenciais, pois nem sempre o idoso sabe por que está agindo dessa forma.

Como lidar com idosos teimosos?

Os desafios do envelhecimento podem fazer com que as pessoas se tornem resistentes ao auxílio de familiares. Mas algumas atitudes simples podem fazer a diferença quando o assunto é evitar conflitos e ajudar o idoso a tomar as melhores decisões para a manutenção de sua saúde e bem-estar.

Acima de tudo, deve-se sempre ter paciência. Mesmo que não seja fácil, é importante manter o diálogo ativo, argumentando e dando atenção ao idoso. Afinal, a aceitação de limitações advindas da chegada da terceira idade pode levar tempo. 

Oriente seu familiar para que ele consiga aceitar sua realidade e entenda que a família só quer o melhor. Procure oferecer exemplos e conversar com o idoso para que, juntos, consigam chegar à conclusão da melhor forma de resolver a situação. Evite falar demais, para que nenhum dos dois acabe nervoso ou com dores de cabeça, e dê tempo para seu familiar refletir.

Quando houver agressividade ou ameaças, a melhor opção é conversar com um psiquiatra ou psicólogo para entender o que pode estar motivando esse tipo de reação e, se necessário, iniciar um tratamento.

Por que contar com um cuidador de idosos?

Talvez você esteja se perguntando: se meu familiar não consegue ouvir a opinião de seus filhos ou netos, como um cuidador de idosos pode ajudar? A resposta é simples: esse profissional é treinado para lidar com a resistência e agir calmamente diante de situações de teimosia.

Os cuidadores são preparados para auxiliar na rotina do idoso, incentivando a adoção de hábitos saudáveis, lembrando sobre os medicamentos e minimizando os riscos de acidentes domésticos. Além disso, realizam junto a ele atividades de estímulos cognitivos e sociais, o que naturalmente melhora a saúde emocional e evita comportamentos negativos advindos de solidão ou carência, por exemplo.

Esclareça suas dúvidas

Se você chegou até aqui, já sabe como lidar com idosos teimosos e entende a importância de um cuidador nesse processo. O envelhecimento traz consigo desafios, e não é raro encontrar pessoas que respondem a eles com a teimosia. Isso faz com que a família precise estar atenta às possíveis causas e saiba agir com empatia e paciência. Afinal de contas, nem sempre o idoso age dessa forma intencionalmente!

Se você ainda tem dúvidas sobre o convívio com idosos de temperamento difícil, deixe seu comentário! Nossa equipe está pronta para ajudar.

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Cuidados com idosos depressão em idosos

Depressão em idosos: como prevenir e identificar?

A terceira idade é uma fase da vida repleta de transformações. A carreira profissional se encerra, os filhos saem de casa, limitações ou problemas de saúde aparecem… Sem dúvida, não é fácil lidar com tantas mudanças, não é mesmo? Por essa razão, a depressão em idosos infelizmente é um quadro frequente.

É comum vermos idosos morando sozinhos e passando longos períodos sem conversar com alguém. Isso leva muitas pessoas a acreditarem que a solidão e a tristeza são normais nessa fase da vida. No entanto, esses sinais merecem, sim, atenção e podem ser indicativos de um problema mais sério.

Para ajudar você a entender os sintomas da depressão em idosos e os meios mais eficazes de evitá-la, preparamos este artigo. Continue a leitura e esclareça suas dúvidas!

O que é depressão

A depressão é uma das mais comuns condições mentais tratáveis. De acordo com o Ministério da Saúde, sua prevalência ao longo da vida no Brasil gira em torno de 15,5%. Entre os idosos, estima-se que 9,2% da população sofra com a doença.

Trata-se de um transtorno que acarreta alterações no humor, caracterizando-se por uma tristeza profunda, além de sentimentos como culpa, amargura e baixa autoestima. Como resultado, a rotina fica comprometida, uma vez que a depressão passa a interferir em atividades corriqueiras.

Entre os idosos, é comum que o quadro seja negligenciado. Afinal, nem todo mundo consegue identificar a depressão em idosos, tendo em vista que os sintomas são diferentes. Com isso, a qualidade de vida se perde, e não é à toa que nos deparamos com a triste realidade do aumento de suicídios entre idosos.

Sintomas da depressão em idosos

Imagine a seguinte situação: você está visitando seu pai e nota que ele não parece ter o ânimo de antes. Ele não quer mais realizar tarefas de que gostava e passa grande parte do dia dormindo. O que fazer? Embora todo mundo enfrente fases difíceis, não se pode ignorar sinais como esses na vida de um idoso.

Nem sempre a depressão em idosos é facilmente perceptível. Muitos não aparentam estar tristes, dificultando o diagnóstico. Além disso, alguns apresentam perda de memória ou dores, sintomas que acabam sendo associados a outras doenças. O transtorno também pode se apresentar de forma mais severa nessa fase da vida, com queixas somáticas, hipocondria, alterações do sono e perda de apetite.

A falta de energia para a realização de tarefas do dia a dia, a apatia e a tendência de se isolar socialmente são outros sinais que podem acompanhar um quadro depressivo. Em geral, toda mudança de comportamento requer atenção. Portanto, caso note algum desses sinais, não deixe de levar seu familiar a uma consulta médica.

Prevenindo a depressão em idosos

Algumas atividades simples e hábitos saudáveis podem contribuir para trazer bem-estar e melhorar a saúde mental do idoso, prevenindo a depressão. Entre eles, podemos citar:

  • Prática de atividades físicas;
  • Alimentação saudável e equilibrada;
  • Atividades lúdicas e recreativas que exercitem o cérebro;
  • Convívio com familiares e amigos.

Para manter a mente equilibrada, é fundamental ter uma rotina saudável e não se isolar socialmente. Em tempos de distanciamento social como os que vivemos em razão da pandemia de coronavírus, a família pode auxiliar virtualmente, utilizando os meios de comunicação com os quais o idoso tem mais familiaridade.

A importância da companhia para idosos

Ficar sozinho é um fator de risco para a depressão na terceira idade. Por isso, a companhia para idosos é de fundamental importância para a prevenção desse e de outros problemas. O contato humano estimula o cérebro e promove o autocuidado, além de melhorar a autoestima. Tudo isso contribui para uma melhor qualidade de vida.

Mas, afinal, como oferecer companhia para idosos em meio à correria da rotina? Nessa situação, é válido contar com um acompanhante, profissional capaz de oferecer suporte especializado no dia a dia do familiar. Ao auxiliar na adoção de hábitos saudáveis e acompanhar o idoso, ele minimiza os riscos de solidão, isolamento e depressão.

De olho nos sinais

O envelhecimento é um processo natural, porém complexo. As mudanças que o acompanham, como a aposentadoria, limitações do organismo e a perda de entes queridos podem prejudicar a saúde emocional se não houver um suporte efetivo. Por isso, a depressão em idosos tem se tornado cada vez mais frequente. 

Não é raro encontrar casos em que a doença passa despercebida. Afinal, algumas pessoas erroneamente consideram a tristeza e a solidão características da terceira idade. Além disso, os sintomas costumam ser diferentes, dificultando o diagnóstico. Portanto, estar atento a qualquer mudança de comportamento é fundamental.

Agora que você já sabe como identificar e prevenir a depressão em idosos, bem como a importância da companhia nessa fase da vida, leve essas informações mais longe! Compartilhe o artigo em suas redes sociais e ajude mais pessoas a ficarem atentas à saúde mental dos mais velhos.

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Cuidados com idosos Idosos

6 dicas para melhorar a convivência com pais idosos

Manter um uma boa convivência com pais idosos pode ser um desafio, mas certamente vale a pena. Afinal, quem não deseja chegar à terceira idade tendo um bom relacionamento com os filhos? Contudo, para isso, você deve fazer a sua parte, exercitando sua paciência e empatia com os mais velhos, que podem ser mais sensíveis ou apresentar resistência a mudanças.

Os idosos sempre têm algo de bom a nos oferecer, seja uma boa história, um conselho ou o simples compartilhamento de suas experiências. Os filhos nem sempre sabem, porém, como ouvi-los e entender os desafios do envelhecimento. Cada fase da vida tem suas necessidades e especificidades, e é preciso ter consciência disso para manter uma relação próxima e saudável.

Se você busca uma convivência mais harmoniosa com os seus pais idosos, continue a leitura e confira as dicas que preparamos para ajudar!

1. Tenha paciência

Muitas pessoas que convivem com idosos acabam se cansando de algumas histórias, manias ou teimosias. No entanto, é preciso ter paciência diante dessas situações, além, é claro, de agir com carinho. Afinal, o idoso pode ter um temperamento difícil, mas também tem suas angústias e preocupações.

Para evitar discussões, deve-se manter a calma e refletir sobre suas atitudes, praticando a resiliência e a empatia. Mesmo que você não concorde com sua maneira de enxergar a vida, busque sempre entender as necessidades do idoso, colocando-se em seu lugar. Assim, fica mais fácil manter o diálogo e ajudá-lo a superar suas dificuldades. Antes de falar, respire fundo! A saúde mental de ambos agradece.

2. Priorize o respeito

A base de qualquer relacionamento saudável é o respeito, especialmente quando nos dirigimos a pessoas mais velhas. Entenda que seus pais têm sua própria experiência, aprendizados e costumes. Aceitar as diferenças é essencial para não criar atritos.

Embora algumas conversas possam ser realmente difíceis, nada justifica lançar sobre os mais velhos suas frustrações. Frases como “você vive às minhas custas” ou “estou lhe fazendo um favor” devem ser evitadas em toda e qualquer circunstância. 

3. Compreenda suas limitações

Uma boa parte das pessoas passa pelo processo de envelhecimento mantendo condições de saúde favoráveis. Mas é preciso entender que, com a terceira idade, podem surgir limitações. Ninguém escolhe ter dificuldades para ouvir, enxergar ou caminhar, não é mesmo? Portanto, a compreensão de seu momento na vida é bem-vinda quando o assunto é melhorar a convivência.

Não há dúvida de que idosos precisam se manter ativos, realizando diferentes atividades em seu dia a dia. Entretanto, mesmo tarefas simples podem se tornar um desafio após algumas mudanças do organismo. Observe todas as possíveis limitações e não peça que seu familiar faça algo que vá além de suas capacidades atuais, como serviços que demandem raciocínio rápido ou força física.

4. Incentive a descontração

Depois da aposentadoria, o idoso passa a dispor de mais tempo em casa. Muitas vezes, isso leva a uma diminuição do gasto de energia. Essa inatividade pode trazer prejuízos tanto à saúde corporal quanto mental. Não é raro encontrar idosos com quadros de estresse ou depressão, fator que se agrava ainda mais quando o convívio social é prejudicado.

Por essa razão, sempre que possível, incentive seus pais idosos a realizarem atividades divertidas. O lazer traz uma série de benefícios para quem já chegou na terceira idade, exercitando o cérebro, melhorando a autoestima e até a qualidade do sono. Um simples jogo de memória ou fazer o almoço juntos pode fazer a diferença no dia dos idosos e em seu relacionamento familiar. Aproveitem cada momento juntos!

5. Reconheça sua experiência

Manter a autonomia do idosos e ouvir suas opiniões é fundamental para uma boa convivência. Afinal, quem já chegou na terceira idade tem experiência de sobra e não deseja ter seus pontos de vista menosprezados, não é mesmo? Mesmo em situações cotidianas, se sua capacidade cognitiva permitir, dê ao seu familiar o direito de escolher entre várias opções. 

Outro modo de incentivar essa autonomia e fazer com que seus pais se sintam importantes é pedir conselhos ou sugestões. Acredite: quem viveu muitos anos tem mais coisas para ensinar do que nós imaginamos. Quando não concordar com algo e precisar argumentar, faça-o com respeito e carinho, sem elevar o tom de voz.

6. Incentive a adoção de hábitos saudáveis

Hábitos saudáveis são essenciais em todas as idades. Mas, com o envelhecimento, tornam-se ainda mais relevantes, tendo em vista a maior vulnerabilidade a algumas doenças. Diante disso, procure incentivar seus pais idosos a levarem uma vida mais saudável. Mais do que isso, peça o seu auxílio para que toda a família possa desenvolver esses hábitos de forma conjunta.

Também é importante estar atento à saúde do idoso e levá-lo ao médico regularmente. Isso porque, com receio de dar trabalho aos filhos, alguns pais não mencionam que estão se sentindo bem. Exames e consultas de rotina são fundamentais para identificar possíveis problemas e manter sua tranquilidade.

Agora, você já conhece alguns dos principais meios de se conseguir melhorar a convivência com pais idosos. Embora a terceira idade traga seus desafios e limitações, é possível, sim, ter uma relação harmoniosa com pessoas mais velhas. Basta ter paciência, sensibilidade e muita empatia. E, caso sua rotina não possibilite oferecer o suporte necessário, vale a pena investir em um cuidador, para que seu familiar tenha todo o apoio de que precisa em seu dia a dia.

Este conteúdo foi útil para você? Se tiver alguma dúvida ou quiser compartilhar suas experiências, deixe seu comentário!

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Cuidadores de Idosos Cuidados com idosos

Cuidadores de idosos em SP: conheça a Senior Concierge

Quando somos crianças, nossos pais ou avós não medem esforços para cuidar de nós. Mas, com o passar dos anos, a situação muda. O envelhecimento traz algumas limitações e faz com que eles passem a necessitar de nosso cuidado e atenção. No entanto, oferecer esse apoio não é uma tarefa simples, o que faz a procura por cuidadores de idosos em SP aumentar a cada dia.

Além da atenção voltada exclusivamente para as necessidades do idoso, a contratação de um profissional para atuar na sua própria residência traz uma série de vantagens. Entre elas, o bem-estar do indivíduo, que pode continuar no conforto do lar e em contato com as pessoas com quem já convive.

Pensando em mostrar as vantagens de contratar um cuidador de idosos, preparamos este artigo. Continue a leitura para saber mais sobre esse serviço e descubra como a Senior Concierge pode ajudar.

As vantagens de contratar cuidadores de idosos

Além de toda a comodidade proporcionada pelo cuidado na própria residência do idoso, a opção por contar com um cuidador oferece uma série de vantagens que se estendem à família. Afinal, com o familiar mais seguro em seu dia a dia, os filhos e netos podem ter a tranquilidade de saber que ele está sendo bem cuidado.

Confira outras vantagens desse serviço e descubra se essa é a opção ideal para o seu familiar:

  • Auxílio na realização de tarefas do dia-a-dia;
  • Melhora na autonomia e independência do idoso;
  • Prevenção de acidentes e quedas no lar;
  • Suporte especializado em situações de emergência;
  • Promoção da adoção de hábitos saudáveis;
  • Melhora na autoestima do idoso, minimizando o risco de depressão.

É importante ressaltar que, ao contratar essa solução, deve-se escolher a empresa de forma criteriosa. Afinal, a terceira idade é uma fase da vida muito delicada, que requer atenção e cuidados especiais. Se você está em busca de profissionais especializados, treinados e selecionados de forma criteriosa, continue a leitura e conheça a Senior Concierge.

Temos diversos serviços personalizados para prestar o suporte que a família precisa. Entre em contato com a gente e faça um orçamento!

Saiba mais sobre a Senior Concierge

A Senior Concierge nasceu em 2015, na cidade de São Paulo. Foi idealizada a partir da experiência pessoal de sua fundadora, Marcia Sena, que teve como inspiração suas próprias dificuldades para conciliar a carreira executiva, a preocupação com os filhos e os cuidados com os pais envelhecendo.

Somos uma prestadora de cuidados para pessoas com 60+ que precisam de suporte para manter a qualidade de vida e a organização da rotina. Atuamos com um conceito inovador, o Aging in Place, que tem como foco garantir o conforto e a independência das pessoas da terceira idade oferecendo serviços que permitam-nos viver no local que eles escolham, geralmente suas próprias casas.

Nosso modelo é baseado nas recomendações das principais sociedades médicas do mundo (como a Sociedade Brasileira de Geriatria e Gerontologia, ASG – American Society of Geriatrics, a SJGG – Sociedade Japonesa de Geriatria e Gerontologia) e da OMS (Organização Mundial da Saúde), que preconizam o estímulo de três áreas (física, cognitiva e social) para se alcançar o envelhecimento ativo e saudável.

Conheça nossos diferenciais a seguir e saiba por que a Senior Concierge é a melhor opção para quem busca por cuidadores de idosos em SP.

Experiência

Temos grande expertise em envelhecimento ativo, oferecendo a melhor qualidade possível e no local de sua preferência, seja sua casa ou dos familiares. Reunimos a experiência de nossa fundadora no cuidado de seus próprios pais e da equipe, que conta com mais de 30 anos de atuação na área da saúde e longevidade.

Confiança

Desenvolvemos uma gestão transparente e atenciosa, feita por pessoas e para pessoas, com o objetivo de oferecer um suporte confiável e descomplicado à terceira idade. Com a Senior Concierge, você tem a certeza de que os cuidados de seu familiar idoso estão em boas mãos.

Capacitação

Trabalhamos de forma extremamente rigorosa e criteriosa no recrutamento, seleção, contratação e treinamento de profissionais para nossa equipe, checando referências, experiência prévia, formação e postura, a fim de que o cuidado ao idoso resulte em tranquilidade para a família.

Disponibilidade

Oferecemos um atendimento rápido, flexível e com plantão 24 horas, a fim de suprir todas as necessidades da rotina do idoso e assegurar sua independência. Atendemos toda a cidade de São Paulo, além de municípios vizinhos.

Flexibilidade

Oferecemos soluções totalmente personalizadas de acordo as necessidades da família e do idoso. Com horários flexíveis e uma equipe sempre disponível, prestamos suporte em casa ou em hospitais.

Eficiência

Temos profissionais qualificados para realizar a supervisão diária, gestão e controle dos cuidadores já contratados por você. Com isso, conseguimos evitar faltas, realizar o controle de férias e proporcionar tranquilidade para os familiares do idoso.

Oferecer companhia e apoio aos idosos é fundamental para a manutenção de sua autonomia e qualidade de vida. Pensando nisso, a Senior Concierge desenvolveu seu serviço de cuidados pessoais com o intuito de ser um braço de suporte para os familiares que desejam garantir o bem-estar de seus pais ou avós. Então, se você está em busca de cuidadores de idosos em SP, não deixe de nos contatar!

Fale conosco e descubra como atuamos para oferecer um suporte descomplicado à terceira idade.

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cuidador Cuidados com idosos Idosos

Companhia para idosos: 5 razões para contratar um cuidador

Se você tem um familiar que chegou na terceira idade e está precisando de auxílio em seu dia a dia, certamente já pensou sobre a importância da companhia para idosos. Afinal, tudo o que queremos é que nossos pais ou avós sintam-se confortáveis e amparados, não é mesmo?

Apesar de entender a necessidade de estar ao lado dos mais velhos neste momento de suas vidas, as exigências do mundo contemporâneo parecem não colaborar. Trabalho, estudos, compromissos, cuidado com os filhos… Tudo isso limita as possibilidades de acompanhar adequadamente a rotina de quem amamos, oferecendo todo o cuidado necessário.

Mas, afinal de contas, como é possível fornecer esse suporte para os idosos sem abrir mão das tarefas diárias? Para isso, existem os cuidadores. Além de poderem atuar como acompanhantes, eles contam com os conhecimentos necessários para garantir ao idoso mais conforto, segurança e qualidade de vida.

Se quiser saber mais sobre a necessidade de companhia para idosos e conhecer motivos pelos quais é vantajoso contratar um cuidador, continue a leitura e tire todas as suas dúvidas!

Qual a importância da companhia para idosos?

O envelhecimento costuma trazer consigo diversas mudanças e desafios. Redução de mobilidade, maior propensão a demências e perda de visão estão entre as dificuldades que acometem muitos idosos, prejudicando sua autonomia. 

Quando acompanhada de limitações funcionais, essa fase da vida exige atenção a diversas áreas, o que nem sempre é possível para os familiares. Afinal, mais do que oferecer companhia, é preciso ter um entendimento sobre a saúde do idoso e conhecer as doenças comuns na terceira idade para fornecer todo o acompanhamento necessário.

Apesar dos esforços de muitos filhos ou netos em tentar garantir uma longevidade ativa e saudável aos idosos, os compromissos diários tornam impossível estar presente durante todo o tempo necessário. Além disso, a falta de compreensão sobre alterações ocasionadas pelo envelhecimento pode acabar levando a situações de estresse.

Diante desse cenário, mais do que um acompanhante, é preciso contar com um cuidador. Afinal, somente com o auxílio de profissionais especializados, o idoso consegue manter uma rotina saudável, evitando possíveis complicações e, consequentemente, reduzindo a necessidade de busca por serviços de saúde.

O que faz um cuidador de idosos?

O cuidador de idosos é o profissional especializado em oferecer apoio no dia a dia de pessoas com mais de 60 anos de idade. Além de acompanhar, ele ajuda na realização de diversas tarefas cotidianas. Suas atividades podem incluir:

  • Auxílio na higiene pessoal do idoso;
  • Apoio na rotina de medicações;
  • Companhia para consultas e exames
  • Ajuda na troca de roupas;
  • Auxílio nas refeições;
  • Companhia na realização de atividades diversas;
  • Atenção ao ambiente para prevenir acidentes;
  • Aferição de pressão arterial;
  • Acionamento de familiares e do SAMU em caso de emergências.

A contratação de um cuidador oferece uma série de benefícios, tendo em vista que esses profissionais dão total atenção ao idoso, identificando possíveis anormalidades e minimizando riscos. Continue a leitura e descubra por que é vantajoso garantir esse suporte especializado ao seu familiar.

Por que contratar um cuidador?

Mais do que atuar como um acompanhante ou ajudar na realização de tarefas simples, o cuidador oferece total atenção à saúde do idoso e ao ambiente em que ele está inserido, minimizando uma série de riscos. 

Conheça, a seguir, os principais motivos pelos quais vale a pena investir no serviço de cuidados pessoais:

1. Aumento na autonomia e qualidade de vida do idoso

Um dos principais benefícios de contar com um cuidador na residência é que, com o seu suporte, cresce a sensação de autonomia e independência do idoso. Afinal, muitas pessoas nessa idade deixam de fazer atividades que gostam porque não conseguem realizá-las sozinhas, mas também não desejam incomodar filhos ou netos por causa delas.

Com o auxílio de um cuidador, o idoso pode voltar a fazer coisas que contribuem para o seu bem-estar, afastando sentimentos como solidão e tristeza. Os resultados são uma mente mais saudável e qualidade de vida.

2. Prevenção de acidentes

Especialmente nos casos em que há limitações físicas, a companhia de um cuidador é fundamental. Afinal, esse profissional consegue identificar elementos no ambiente que podem ocasionar quedas e acidentes. Além disso, ele oferece auxílio na rotina de medicamentos, não deixando que um possível esquecimento leve a sérias consequências na saúde do idoso.

Por fim, diante de situações de emergência, o cuidador sabe exatamente como agir, contatando as pessoas certas para que o idoso seja atendido rapidamente.

3. Adoção de hábitos saudáveis

Mais do que evitar acidentes, os cuidadores oferecem total apoio na rotina do idoso, atuando, inclusive, na adoção de hábitos saudáveis. Eles oferecem auxílio na alimentação, minimizando riscos de desnutrição e desidratação. Além disso, podem ajudar o idoso na realização de atividades físicas.

4. Diminuição do risco de isolamento social

Não são raros os casos em que idosos se isolam em casa, deixando de lado a convivência social. Esse distanciamento pode levar a quadros de estresse, tristeza profunda e até depressão. Mas, com a companhia de um cuidador, além de ter com quem conversar, o idoso passa a ter um incentivador e alguém que o apoia na realização de atividades que propiciem sua socialização.

5. Tranquilidade para a família

Como dito anteriormente, é comum que os parentes não consiga abrir mão dos compromissos diários para cuidar do idoso. A contar com um cuidador, torna-se possível equilibrar as relações e rotinas. Além disso, a família pode ter a tranquilidade e segurança de saber que o cuidado de seu familiar idoso está em boas mãos.

Não há dúvida de que a companhia para idosos é importante, principalmente quando o assunto é a manutenção da qualidade de vida e autonomia. É comum que um familiar se ofereça como acompanhante, mas a correria do dia a dia torna essa tarefa um verdadeiro desafio. Por isso, a solução mais recomendada para garantir o conforto de pessoas da terceira idade é a contratação de um cuidador.

Você tem dúvidas sobre esse assunto ou gostaria de entender melhor as vantagens desse serviço? Deixe seu comentário!

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Cuidados com idosos Idosos Pneumonia

Pneumonia em idosos: riscos e prevenção

Não há dúvida de que a pneumonia em idosos é um quadro preocupante. A doença infecciosa, caracterizada por uma inflamação do pulmão, pode ser ocasionada por bactérias, vírus ou fungos. Esses agentes penetram no espaço alveolar, prejudicando a troca gasosa. Trata-se de uma das principais causas de internações no país, afetando cerca de 900 mil pessoas anualmente.

Infelizmente, é comum que a doença afete os idosos, que são mais vulneráveis a ela. Isso porque a sua incidência aumenta com o avanço da idade. Seus impactos no organismo podem não ser perceptíveis no começo, o que atrasa o diagnóstico e agrava a situação. Quando não tratada a tempo, pode levar à morte, o que mostra a necessidade de estar atento aos sintomas e comportamentos de pessoas da terceira idade.

Para ajudar você a entender como a pneumonia afeta os idosos, seus fatores de risco e a importância de observar seus sinais, preparamos este artigo. Boa leitura!

Quais os fatores de risco da pneumonia em idosos?

Com o passar dos anos, as defesas do organismo dos idosos costumam se enfraquecer, tornando-os mais vulneráveis à pneumonia. Afinal, esse fator faz com que a exposição a microorganismos resulte em processos infecciosos com mais facilidade. Por essa razão, eles são considerados grupo de risco.

De acordo com o portal Boa Saúde, a partir dos 65 anos, aumenta o risco de ocorrência da doença, mas outros fatores também podem contribuir, e é preciso estar atento a eles. Confira os principais:

  • Presença de doenças crônicas associadas, como hipertensão, diabetes, asma e problemas cardíacos;
  • Falta de nutrientes no organismo;
  • Necessidade de hospitalizações recorrentes;
  • Alcoolismo e tabagismo;
  • Internação em clínicas ou casas de repouso;
  • Colonização de bactérias na cavidade bucal;
  • Utilização de sondas gástricas para alimentação.

Além desses fatores, existem mudanças naturais relativas ao envelhecimento que favorecem o surgimento da doença. Entre elas, a redução da força dos músculos que auxiliam na tosse, mecanismo de defesa do organismo contra infecções. Além disso, os pulmões tendem a sofrer mudanças nas estruturas, ocasionando menor tolerância a esforços e consequente diminuição na realização de exercícios físicos. Todas essas alterações favorecem o acúmulo de secreção no órgão, facilitando o desenvolvimento de agentes nocivos.

Quais os sintomas da pneumonia?

Nem sempre é simples identificar a pneumonia em idosos. Afinal, seu estágio inicial pode ser confundido com uma gripe ou um mal-estar. Além disso, o quadro clínico apresentado na terceira idade é muito diferente daquele que ocorre em indivíduos mais jovens, o que torna ainda mais difícil o diagnóstico.

Em geral, os sintomas da pneumonia são:

  • Tosse com catarro ou seca;
  • Febre;
  • Dor no tórax;
  • Falta de ar;
  • Cansaço;
  • Mal-estar geral;
  • Dor de cabeça;
  • Perda de apetite.

Enquanto, em pessoas jovens, é mais comum a presença de sintomas como tosse, febre e dor torácica, nos idosos, esses sinais não costumam aparecer. Na terceira idade, é mais frequente a presença de redução do apetite, confusão mental e desânimo, além de mudança na frequência de respirações.

Levando-se em conta que, em idades mais avançadas, a gravidade da pneumonia é maior, com risco de disseminação da infecção para o sangue, é fundamental diagnosticar e tratar a doença o mais rápido possível. Por essa razão, a atenção constante às mínimas alterações na saúde do idoso é um fator decisivo para o sucesso do tratamento.

Como prevenir a pneumonia em idosos?

As medidas necessárias para evitar a ocorrência da doença são simples. Conheça as principais:

Vacinação

A vacina da gripe é fundamental para a prevenção da pneumonia em idosos. Isso porque o agravamento da doença pode fazer com que os vírus cheguem ao pulmão. Também é importante vacinar o idoso contra o pneumococo, microorganismo que frequentemente leva à pneumonia bacteriana entre pessoas mais velhas.

Higiene

Lavar as mãos com frequência é um hábito benéfico que evita essa e muitas outras doenças. Mas uma boa higienização bucal também é muito bem-vinda quando o assunto é manter-se livre da pneumonia, uma vez que a presença de bactérias na boca pode ocasionar o quadro.

Cuidados gerais

Outros cuidados ajudam a manter os idosos livres da pneumonia, como uma alimentação balanceada, o controle de doenças crônicas e o posicionamento correto do leito, que, principalmente no momento das refeições, deve ser mantido com a cabeceira elevada.

Como é feito o tratamento da pneumonia?

Em geral, o tratamento da pneumonia é feito por meio de antibióticos, cujo diagnóstico e  escolha competem ao médico. Mas há quadros em que não há necessidade do uso desse tipo de medicamento, como nos casos de infecções virais. Em idosos, a doença pode ser tratada em casa ou no hospital, a depender da orientação do médico e da gravidade do caso.

Como tratamento complementar para a recuperação das funções do pulmão, pode-se realizar, sob orientação médica, a fisioterapia respiratória. Seu objetivo é melhorar a dinâmica respiratória, fortalecendo músculos e auxiliando na remoção de secreções. Utilizando estratégias não invasivas, essa técnica possibilita reverter ou minimizar as disfunções pulmonares ocasionadas pela pneumonia.

A pneumonia em idosos é uma doença preocupante, que representa sérios riscos à saúde. A efetividade de seu tratamento depende da rapidez do diagnóstico. Por essa razão, estar atento a anormalidades na saúde do idoso é essencial. Vale lembrar que, para oferecer atenção total a possíveis sintomas, uma boa opção é contar com um cuidador, que pode auxiliar, inclusive, na adoção de medidas preventivas.

Agora que você já sabe mais sobre esse problema, compartilhe o artigo em suas redes sociais para quem mais pessoas entendam sua gravidade e saibam da importância de um olhar atento à saúde dos idosos.

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