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Cuidados com idosos Degeneração Muscular

O que é degeneração muscular e como retardar este processo

A degeneração muscular é uma condição física que se caracteriza pela perda dos músculos. Normalmente, sua ação está associada com o avanço da idade e traz inúmeros problemas para a saúde, podendo até mesmo levar à morte.

Hoje nós vamos mostrar como a degeneração muscular pode ser detectada e quais são os passos para retardar este processo, de modo que a qualidade de vida e o bem-estar sejam prolongados. 

Muito bem, vamos começar. Fique confortável e aproveite a leitura! 

Degeneração muscular: o que é? 

Uma degeneração muscular pode ocorrer por conta de inúmeras doenças – como a esclerose lateral, o avanço da idade, entre tantas outras causas.

Neste artigo nós vamos falar sobre a degeneração muscular causada pela idade. Ou seja, a condição ligada, sobretudo, à perda muscular relacionada à  idade do paciente. 

Qual é a faixa etária comum para os primeiros sinais de degeneração muscular?  

Trata-se de uma patologia multifatorial, ou seja, que tem inúmeros fatores – como alimentação, predisposição genética, entre tantos outros. Existe aí, portanto, diversos mecanismos inflamatórios e neuroendócrinos envolvidos. Entretanto, há idades onde essa degeneração se mostra mais presente.

Suas características mais marcantes costumam aparecer, em média, em:

  • 3 a 5%, dos indivíduos atingidos antes dos 60 anos;
  • 15 a 30% dos indivíduos atingidos após os 60 anos;
  • Acima de 50% a partir dos 90 anos.

Como é caracterizada a degeneração muscular causada pela idade? 

Normalmente, a degeneração muscular causada pela idade é caracterizada pela redução da massa, acompanhada pelo enfraquecimento dos músculos.

Invariavelmente, essa degeneração acaba associada com outros problemas, por exemplo: aumento do risco de quedas e fraturas, incapacidade física, perda dos movimentos, etc.

Quais são os principais tratamentos para retardar a degeneração muscular causada pela idade?

O tratamento da degeneração muscular causada pela idade envolve mudanças no estilo de vida. O que aumenta a possibilidade de iniciar um tratamento de prevenção.

As duas melhores maneiras de combater a degeneração muscular causada pela idade, são: 

Depois, com a evolução do problema, haverá a necessidade de intervenção com o uso de suplementos e medicamentos apropriados. Claro que esses suplementos serão adotados apenas após indicação médica. 

Quando fazer fisioterapia? 

Veja, não existe um relógio biológico fixo que determine “agora é o momento de iniciar um tratamento de fisioterapia”, já que o quadro de degeneração muscular causada pela idade pode progredir ou regredir com base em inúmeros fatores.

Entretanto, é seguro dizer que os exercícios físicos são saudáveis para todos, independente da idade. E são ainda mais indicados para pessoas que estão entrando nos primeiros estágios da degeneração muscular causada pela idade. 

Note que a fisioterapia trabalha na reabilitação dos pacientes e usa recursos para auxiliá-lo em duas frentes:

  • Cuidando para aliviar os sintomas 
  • Promoção da independência e qualidade de vida do idoso.

O que acontece com o paciente que sofre de degeneração muscular causada pela idade?

Há uma redução de massa muscular, diminuição de força muscular, declínio da velocidade de contração muscular e piora do desempenho físico – como os riscos de queda, por exemplo.

Inclusive, pode ocorrer até mesmo a substituição do tecido muscular por tecido gorduroso.

Chamamos de desempenho muscular os 4 fatores que envolvem um músculo:

  • massa
  • força
  • potência
  • resistência.

Logo, essa perda causa um impacto na autonomia e na qualidade de vida do paciente.

Como retardar a degeneração muscular causada pela idade? 

Como mencionamos anteriormente, a degeneração muscular causada pela idade (ou seja, quando não há uma doença ou condição agravante) pode ser combatida de 3 maneiras.

  • Mudança na alimentação e reforço da hidratação
  • Inclusão de exercícios físicos próprios
  • Reforço das vitaminas e adoção de suplementos específicos – somente com indicação médica.

Existe um guia de exercícios para prevenir a degeneração muscular causada pela idade? 

Embora o problema deva ser realmente tratado com a adoção de exercícios físicos, seria imprudente estipularmos uma lista “certeira”.

Afinal de contas, cada metabolismo atua de uma maneira e a perda muscular poderá se mostrar de formas diferentes em cada paciente.

Veja, até mesmo atividades corriqueiras, como uma simples caminhada, podem fazer com que o corpo perca massa muscular (devido ao esforço).

Já que os músculos são formados, basicamente, por proteína. Quando há um esforço causado por um exercício, a musculatura fica com microlesões. Essas lesões depois são preenchidas por proteína e assim os músculos crescem.

Entretanto, em pacientes com degeneração muscular causada pela idade, pode acontecer do exercício físico “queimar” a massa muscular. E assim, o corpo, ao invés de ganhar músculos, acaba perdendo ainda mais volume.

Portanto, uma lista de exercícios na internet seria desaconselhável.

A melhor forma de combater a degeneração muscular causada pela idade é procurar um atendimento especializado. Dessa forma, o tratamento será 100% personalizado, o que garante a total eficiência e eliminam-se os riscos à saúde.

Quer saber mais sobre como prevenir ou retardar o processo de degeneração muscular causado pela idade? Acesse agora mesmo a nossa página e conheça a Ginástica Booster 60+. O serviço da Senior Concierge que garante uma vida ativa para o idoso.

Agradecemos a leitura e até a próxima!

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Cuidados com idosos idoso e covid

Quais são os principais cuidados após o período de internação por conta do Covid-19?

O pior já passou!  

Com toda certeza é um alívio estar em casa novamente, mas, muitas vezes, ainda é necessário cuidados para que a saúde volte ao equilíbrio, principalmente após o período de internação por conta do Covid-19.

A OMS (Organização Mundial da Saúde) aponta para uma série de problemas, tanto para aqueles deixados pelo vírus, quanto os outros gerados pelo próprio processo de internação.

Hoje nós vamos conversar sobre estes problemas e quais são os principais cuidados para garantir que o paciente retorne o mais breve possível ao estado de segurança, bem-estar e qualidade de vida.

Aproveite a leitura!

Aspectos físicos e respiratórios 

Quando falamos sobre cuidados após o período de internação por conta do Covid-19 temos que nos lembrar que o paciente em questão,  pode ter passado por uma síndrome respiratória aguda grave (SARS). 

Neste caso, houve uma baixa na saturação dos músculos, ou seja, baixa presença de oxigênio, o que acarretou na internação. Sendo assim, o corpo deixará o período internado debilitado, necessitando assim de fisioterapia para recuperação pulmonar.

Além disso, não é incomum que pacientes precisem, por exemplo, de uma cadeira de rodas durante os primeiros 10 dias. 

Dessa maneira, qualquer exercício de recuperação deve ser especialmente indicado por um profissional competente. Uma vez que as circunstâncias do corpo são especialmente sensíveis. 


Tem mais, o próprio período de internação faz com que os músculos fiquem parados e tenham sinais de atrofia. O que pode gerar contusões e entorses, caso haja um esforço exacerbado.

O mais indicado é que o paciente passe por uma fisioterapia especializada. 

Fibrose nos pulmões

O Covid-19 se aloja especialmente nas células pulmonares e lá ele cria inúmeros problemas. O primeiro deles é o aumento de líquido nos pulmões, o segundo é o surgimento de fibroses.

As fibrose são “cicatrizes” deixadas pela “batalha” entre o Covid-19 e o sistema imunológico. 

Quando o paciente passou por uma internação com mais de 20% do pulmão comprometido, é provável que o número de fibroses seja tal que este paciente jamais tenha a mesma saúde pulmonar.

Isso significa que este paciente passará, com mais frequência, por situações, como:

  • Falta de ar
  • Incapacidade de fazer exercícios físicos com o mesmo vigor apresentado antes da infecção 
  • Falta de capacidade pulmonar – utilizada para tocar instrumentos de sopro, por exemplo, ou praticar mergulho.

Isso para mencionar apenas os três principais.

Entretanto, pouco a pouco, é provável que o corpo se adapte ao “novo estado permanente do pulmão” e o paciente se sinta menos cansado com tanta frequência.

Mais uma vez, para cuidar desse problema é necessária a presença de uma equipe treinada. Uma vez que cada caso deverá ser observado e tratado em particular. 

Aspectos cognitivos e cerebrais

Em matéria publicada pela revista Veja, são mostrados os dados de como a internação causada pelo Covid-19 impacta na vida dos pacientes. Segundo a matéria, as principais sequelas deixadas pelo coronavírus incluem:

  • Problemas nos rins
  • Pulmões
  • Coração
  • Além de problemas cerebrais

Os três primeiros pontos são bem conhecidos, e já falamos especificamente dos pulmões, entretanto, este último, problemas cerebrais, requer atenção total.

Problemas mentais pela internação por conta do Covid-19

Há dois sintomas alarmantes causados pelo Covid-19 em diversos pacientes que passaram por um período de internação: confusão e delírio. Aponta uma segunda matéria, essa publicada pela BBC.

Os sinais mais claros são de estresse pós-traumático. Quando o paciente vive uma experiência na qual não tem o controle sobre a sua segurança e depois transfere essa sensação de fragilidade para o cotidiano.

É comum que pacientes pós internados, que tiveram crises respiratórias graves em estado acordado, sintam sintomas parecidos com a falta de ar e a agonia causada pela Covid-19.

Nesses cenários, o melhor a ser feito é contar com a ajuda de uma equipe médica responsável pela readaptação deste paciente.

Entretanto, pode ser que nem todos os sintomas sejam psicossomáticos, ou seja, gerados pelo psicológico do paciente. Nestes casos, o acompanhamento de um médico é fundamental, para avaliar o que de fato é um problema pulmonar e o que é uma reação psicossomática à uma situação de estresse.

Relação entre a segurança e o estresse

Depois de entendermos os principais problemas físicos e mentais causados por uma internação em decorrência do Covid-19, podemos enxergar a relação entre segurança e estresse.

É indiscutível que a experiência da internação deixa marcas psicológicas. Já que o paciente terá vivido uma situação potencialmente perigosa. Vítima de uma doença desconhecida e alarmante. 

Tem mais, as sequelas físicas geram uma situação nova de fragilidade. Uma pessoa ativa, por exemplo, que depois venha a viver as dificuldades motoras do período pós internação, pode acabar sendo levada a um estado de letargia, desânimo e até melancolia.  

Readaptação da família – uma nova fase para todos

Sendo assim, a readaptação da família também é fundamental nesse processo. O paciente recém chegado do período pós internação por conta do Covid-19 requer cuidados especiais.

E a família também precisa compreender que precisará passar por uma etapa de adaptação. Garantindo que este paciente tenha uma vida ativa, dinâmica, acolhedora e possa, dia após dia, voltar a normalidade.

Leveza, bem-estar e qualidade de vida

Com os cuidados certos e o tempo correto de espera, será possível recuperar a leveza, o bem-estar e a qualidade de vida de todos os pacientes que passaram pela terrível experiência de uma internação por conta do Covid-19.

Quer saber mais sobre o assunto? Acesse agora mesmo o nosso site e conheça como podemos auxiliar você e a sua família em um momento tão delicado.

Agradecemos a leitura e até a próxima! 

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Alzheimer Cuidados com idosos

Entenda como o Alzheimer afeta o cérebro das pessoas e o que você pode fazer para manter a qualidade de vida dos seus familiares

Você sabe como o Alzheimer compromete a saúde cerebral? A doença transforma os idosos em dependentes de cuidados especiais, além da necessidade de familiares ou cuidadores por perto.

Embora seja comum as pessoas pensarem que o paciente sofre com problemas de memória recente, há muito mais para se saber sobre o Alzheimer.

Quem possui familiares idosos, precisa entender como a doença afeta o sistema nervoso, e qual a importância de práticas adequadas para uma vida melhor.

No artigo que preparamos, você vai descobrir como o cérebro reage, quais os sintomas e o que pode ajudar os pacientes.

Boa leitura!

Como o Alzheimer impacta o cérebro?

A doença de Alzheimer corresponde ao processo de perda de células cerebrais. O envelhecimento humano provoca alterações no tecido cerebral, mas no caso da doença esse processo ocorre de forma patológica.

Na prática, o Alzheimer tem relação com a morte de células e disfunções proteicas.

Inicialmente, proteínas criam placas no cérebro que, mais tarde, se espalham pelos neurônios. O resultado dessa ação é uma degeneração gradativa do tecido cerebral, o que justifica o surgimento tardio de sintomas.

O declínio cognitivo, típico do Alzheimer, se apresenta quando a atrofia está em andamento.

Perda de memória recente e confusão são os primeiros sintomas da doença

O entrelaço que se forma no cérebro também induz a um conjunto de manifestações como alterações de comportamento e dificuldade para realizar as tarefas no dia-a-dia.

Isso acontece porque a coordenação motora passa a apresentar limitações para afazeres simples.

Agressividade, agitação e alucinações são alguns exemplos. Por isso, é fundamental que os familiares e pessoas próximas estejam atentos a situações recorrentes de perda de memória e possível confusão mental.

Quando identificado nos estágios iniciais, Alzheimer pode ser minimizado com atividades adequadas, trazendo mais qualidade de vida ao paciente.

Conheça as melhores práticas para casos de Alzheimer

Existem alternativas que atuam na prevenção e no tratamento da doença.

O Alzheimer não tem cura mas, com a inserção dos exercícios na rotina, é possível estimular o paciente e trazer mais qualidade de vida nos estágios iniciais.  A fisioterapia  é um dos exemplos.

A fisioterapia pode ser importante para manter ou melhorar as habilidades motoras e a mobilidade do corpo, além de auxiliar no equilíbrio. 

Além disso, esse cuidado com o corpo impacta diretamente na quantidade de acidentes, por exemplo.

A terapia ocupacional é uma grande aliada na luta contra os sintomas do Alzheimer

Essa especialidade atua no apoio às funções cognitivas, com base no estímulo por meio de jogos, leitura, atividades como pintura e jardinagem e muitos outros, podendo ser adaptado para uma predisposição de atividade do paciente.

Outro aspecto importante são os ganhos em comportamento e humor, pois o paciente consegue minimizar agressividade, irritação e outros traços da doença.

Em relação à perda de memória recente, a Terapia de Orientação para Realidade é um suporte.

Os efeitos na memória

Datas, eventos e informações pessoais são estimuladas com técnicas profissionais que permitem, ainda, a criação de um diário ou painel

Nele, podem ser colocados também os acontecimentos recentes e um calendário, para incentivar o registro das lembranças.

A prática de atividades lúdicas, leitura, jogos de raciocínio e a aprendizagem de algo novo são indicações para prevenir o Alzheimer.

Isso se deve à proteção que o cérebro cria com a repetição desses exercícios, que também trazem benefícios a quem já desenvolveu a doença.

Saúde física e mental andam juntas

O Alzheimer é uma doença de causa incerta, sem vínculo aparente com a hereditariedade.

Seu quadro é progressivo e degenerativo, com sintomas que surgem gradualmente e podem passar despercebidos em estágios iniciais.

A perda de células cerebrais atrofia permanentemente o tecido, comprometendo funções motoras e cognitivas.

O cuidado é mais do que necessário

É fundamental procurar ajuda especializada e, com este profissional, desenvolver atividades que façam parte da rotina do idoso.

Lembrando que os hábitos são capazes de melhorar a qualidade de vida, pois trabalham, sobretudo, as capacidades físicas e mentais do paciente. E claro, o apoio da família nesse momento é extremamente importante, já que se trata de uma condição sem cura.

O Alzheimer precisa de acompanhamento profissional, já nos primeiros estágios. Atividades externas, como caminhadas, auxiliam a saúde do paciente.

Atividades lúdicas, exercício físico, terapias e estímulo diários são as bases para uma melhor convivência com os sintomas.

Entendemos que um acompanhamento diário pode auxiliar a diminuir a incidência de problemas e manter a motivação do paciente por muito mais tempo.

Agradecemos a leitura e até e a próxima!

Quer saber mais sobre o Alzheimer? Baixe gratuitamente o Infográfico “7 sinais de Alzheimer que facilitam um tratamento precoce” e tenha em mãos um documento com informações precisas para cuidar de si e de quem você ama.

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Cuidados com idosos

Idosos perdendo músculos: saiba o que é a sarcopenia e como evitá-la

A perda de massa muscular, conhecida como sarcopenia, é um quadro que acaba por comprometer a mobilidade e a autonomia dos idosos no dia-a-dia.

Muitas pessoas imaginam que essa situação não pode ser evitada, o que não é verdade.

A prática de exercícios aliada a um estilo de vida saudável é responsável por devolver a vitalidade a muitos pacientes, já que recupera a força e a massa muscular.

Para auxiliar as pessoas que moram com idosos ou até mesmo para você que quer se prevenir, preparamos um artigo a respeito do assunto.

Ao longo da leitura, você vai saber como ocorre a sarcopenia e quais as melhores formas de promover mais saúde e bem-estar a esse grupo.

Vamos lá?

Entendendo a sarcopenia: como ocorre a perda muscular?

Os músculos do corpo humano são constituídos por fibras que, com o envelhecimento, vão sendo perdidas.

Essa atrofia começa a ocorrer já em jovens adultos, acelerando seu ritmo a partir dos 80 anos.

Na prática, pode-se entender que indivíduos que praticam atividade física e deixam de fazê-la conforme envelhecem, estão sujeitos à sarcopenia, assim como sedentários.

Essa diminuição do volume muscular no corpo do idoso representa, portanto, a redução das fibras no tecido. Além disso, paralelamente, a força presente nos músculos começa a diminuir.

A produção de hormônios como o estrogênio e a testosterona são outros fatores que influenciam esse processo complexo, que envolve nutrição, sistema endócrino e mais.

Como a sarcopenia prejudica a vida do idoso?

O resultado, portanto, é a dificuldade em tarefas simples que demandam autonomia física.

Os idosos que desenvolvem quadros de sarcopenia passam a ter limitações ao subir escadas, caminhar ou mesmo se levantar. Esse cenário, por si só, impacta negativamente a percepção de independência.

Assim, a sarcopenia afeta diretamente a qualidade de vida. A necessidade de ajuda no dia-a-dia está diretamente ligada a aspectos como motivação e autoestima.

Por isso, evitar o desenvolvimento do quadro é de extrema importância para o idoso e quem mora com ele.

Riscos de lesões e acidentes

Outro detalhe importante é o risco elevado de lesões e acidentes causados pela fraqueza muscular.

Os mesmos, além dos prejuízos mais evidentes, também podem trazer sequelas e problemas à rotina do idoso. Um planejamento adequado com acompanhamento profissional é o melhor caminho para evitar a sarcopenia e recuperar a integridade muscular.

Dicas práticas para evitar a sarcopenia: comece com exercícios

Por onde começar essa atenção específica para melhorar a estrutura muscular do idoso?

O primeiro passo para compensar os efeitos da sarcopenia é a prática de exercícios físicos. Com o apoio de um especialista, um cronograma individualizado ajuda a manter os músculos fortes e saudáveis.

Benefícios dos exercícios físicos contra a sarcopenia

A prática física deve se concentrar em resistência e fortalecimento muscular.

Logo, o idoso passa a trabalhar constantemente essa estrutura, utilizando o potencial físico para cuidar também dos tendões e articulações.

Todo tipo de movimento é funcional contra a sarcopenia, com destaque para séries de exercícios que utilizam pesos.

Entenda o papel da alimentação

A alimentação também merece cuidado, já que o consumo de nutrientes também auxilia na manutenção das fibras musculares.

A dieta deve levar em conta a necessidade de alimentos ricos em proteínas, essenciais para a saúde dos músculos. Calorias presentes em carboidratos são fundamentais, e a compensação calórica por parte do idoso evita a perda muscular.

E a suplementação? Os suplementos precisam ser indicados por nutricionistas, sempre levando em conta o estilo de vida do paciente.

Aliados à alimentação balanceada, eles ajudam a fortalecer a musculatura. Além disso, o sistema energético do organismo se beneficia com essa prática.

Hidratação, um tema crucial

Vale lembrar que a hidratação é vital para os idosos, e não deve ser esquecida.

Portanto, garanta que o idoso receba as dosagens corretas de líquidos durante o dia, ainda mais quando consideramos os exercícios físicos. 

A quantidade exata deverá ser determinada por um profissional competente. De todo modo, beber água é um hábito benéfico que pode ser adotado por todos.

Resumo: como vencer a sarcopenia

A sarcopenia é a perda de massa muscular gradual que ocorre com o envelhecimento.

Seguindo os três passos citados:

  • Prática de exercícios físicos
  • Alimentação balanceada 
  • Hidratação em dia.

Você estará criando as condições propícias para manter a qualidade de vida e retardar os efeitos da sarcopenia. 

Lembrando que seu principal desdobramento se dá com o enfraquecimento e a redução da mobilidade, que comprometem a realização de atividades cotidianas. 

Mais do que isso, desequilíbrios e dificuldade para caminhar, por exemplo, podem levar a acidentes graves. No caso de idosos que moram sozinhos, esse contexto merece ainda mais atenção para evitar lesões.

O cuidado diário com a saúde física e emocional do idoso é o caminho para possibilitar mais autonomia em um momento tão importante da vida.

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Atividades físicas Cuidados com idosos Memória

Conheça a relação entre atividades físicas e a memória na vida dos idosos

Você sabia que atividades físicas e a memória têm muito em comum? Esse quadro se aplica a todos os indivíduos, mas ganha mais importância quando pensamos nos maduros.

Nessa etapa da vida, os estímulos são essenciais e os efeitos dos exercícios se estendem a variadas esferas do cotidiano. Isso porque as transformações não são permanentes em todos os casos, o que sinaliza que a recuperação das funções cerebrais é possível.

Por isso, movimentar-se é o primeiro passo para melhorar e preservar a memória, principalmente combinando diferentes tipos de estímulo. Quer saber mais sobre atividades físicas e a memória? Continue a leitura e descubra que inserir essa prática na rotina  melhora significativamente a qualidade de vida dos idosos e tem um impacto positivo na  saúde mental.

As atividades físicas e a memória: qual a influência?

As atividades físicas e a memória se relacionam com os efeitos das substâncias liberadas durante a prática.

Indo além, o exercício estimula:

  • mudanças fisiológicas
  • melhoram a capacidade cognitiva
  • melhoram as funções de vasos sanguíneos no cérebro.

As células cerebrais também são estimuladas e têm mais capacidade de sobreviver de forma saudável.

Estes são motivos excelentes para aliar atividades físicas e a memória. No caso dos idosos, essa combinação é ainda mais importante.

Afinal, o envelhecimento contribui para variados níveis de comprometimento cognitivo e  pode haver  maior  dificuldade no processamento de informações, demandando o estímulo a áreas cerebrais responsáveis pela memória, por exemplo.

Como a prática de exercícios traz benefícios para a vida dos idosos

A prática de exercícios é determinante para o bem-estar nessa etapa da vida. Isso porque qualquer tipo de movimento como pedalar, caminhar, fazer yoga ou atividades com peso, por exemplo, traz resultados.

A memória também se beneficia com a adoção dessa rotina, trazendo mais independência e confiança no dia-a-dia, mesmo quando o idoso já apresenta comprometimento leve nas funções relacionadas.

A liberação de hormônios que ocorre com os exercícios também é destaque com a endorfina, por exemplo.

Logo, atividades físicas e a memória se conectam quando a substância é liberada no organismo durante a prática. Ela é uma reguladora da memória, o que reforça a importância de um corpo ativo para uma mente saudável e longeva.

Há, ainda, outros impactos positivos:

  • Idosos que praticam atividade física percebem um sono mais tranquilo e restaurador
  • Promove noites com mais qualidade 

Esse descanso é essencial para a saúde do cérebro e o processamento das memórias, além de melhorar o humor. Juntos, esses fatores garantem melhoria cognitiva.

Integrando corpo e mente para mais qualidade de vida

Atividades físicas e a memória são parte de uma lista de cuidados específicos para todos, em especial os idosos.

Por se tratar de uma etapa na qual existe um risco maior de dependência e prejuízos físicos relacionados ao estilo de vida, os detalhes importam.

É comum que, com o envelhecimento, os indivíduos se sintam isolados, sintam insegurança para sair sozinhos, pouco estimulados ou mesmo dependentes de outras pessoas.

Por essa razão, a prática de exercícios tem impactos na qualidade de vida como um todo.

O corpo se beneficia com mais fortalecimento e condicionamento, ideais para evitar acidentes e dificuldades de movimentação.

Além disso, as práticas coletivas estimulam a socialização e as habilidades de comunicação. Aprender também incentiva o aspecto cognitivo.

Saúde mental para os idosos

Os idosos apresentam maior necessidade de manutenção e aprimoramento das funções cognitivas, uma vez que as perdas são comuns com o envelhecimento.

A relação entre atividades físicas e a memória se dá com benefícios ao organismo como um todo.

O movimento melhora:

  • o sono
  • o humor
  • a performance cognitiva

Além de trabalhar a liberação de hormônios. Por isso, inserir exercícios na rotina é um dos passos para uma vida mais saudável e plena.

As atividades físicas e a memória demonstram os impactos positivos na saúde física e no bem-estar mental. 

Ao longo do artigo, você conheceu os benefícios dessa prática e sua extensão na socialização e no desempenho cognitivo do idoso. 

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Cuidados com idosos Parkinson

O mal de Parkinson é hereditário? Entenda sobre a origem, os sintomas e as causas da doença!

O mal Parkinson é uma doença crônica e degenerativa comum em idosos e não apresenta uma definição clara dos motivos pelo qual ocorre. Por conta disso, é comum que familiares e maduros se preocupem com a possível sucessão genética da doença e se questionem se o mal de Parkinson é hereditário ou não.

A hereditariedade do mal de Parkinson ainda não é comprovada cientificamente, mas já existem estudos que tentam compreender melhor as causas, as mutações genéticas e os casos raros de sucessão, entre gerações, da doença

Assim, pesquisas apontam alguns indícios e possibilidades sobre a hereditariedade do Parkinson.

Para responder algumas das dúvidas a respeito do tema, nós, da Senior Concierge, preparamos este artigo abordando diversos aspectos da doença, desde a origem até os pormenores da hereditariedade. Confira!

O que é o Parkinson? Origem e sintomas

O Parkinson atinge  cerca de 1% da população mundial com idade superior a 65 anos, segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS), e é conhecido como a segunda doença neurodegenerativa mais comum, abaixo apenas para do Alzheimer.

Inclusive, nós da Senior Concierge oferecemos o programa de serviços multidisciplinar, o Alzheimer Care. Com ele, proporcionamos cuidados qualificados e que propicia a qualidade de vida para quem convive com a doença. 

Agora, a respeito do Parkinson, podemos dizer que ele é um distúrbio neurológico progressivo, ou seja, a doença provoca a degeneração contínua e irreversível das células do sistema nervoso central.

A degeneração acontece em uma região do cérebro chamada substância negra, ela é responsável pela produção de dopamina, um neurotransmissor que, entre outras funções, tem o propósito de levar informações do cérebro para o restante do corpo. 

Assim, fica fácil entender porque os tremores são um sintoma muito comum em pacientes que sofrem com o mal de Parkinson. Pois é justamente com a morte das células e redução da produção de dopamina que acontece o comprometimento dos movimentos motores.

Além dos tremores de repouso, há outros sintomas da doença como:

  • rigidez muscular e entre as articulações;
  • lentidão dos movimentos;
  • perda de coordenação motora;
  • comprometimento e distúrbios da fala;
  • limitação com movimentos simultâneos e desequilíbrio.

Além disso, há o que os neurologistas chamam de sintomas não motores. Assim, os pacientes de Parkinson podem apresentar também: diminuição do olfato; alterações intestinais; incontinência urinária, entre outros sinais. Inclusive, pessoas com menos de 50 ou 40 anos podem desenvolver o distúrbio, mas são casos muito raros.

Logo, é compreensível que os idosos estejam mais suscetíveis à doença, uma vez que, com o envelhecimento, todos nós temos a degeneração das células nervosas. Mas só algumas pessoas apresentam uma aceleração nesse processo e, assim, desenvolvem o Parkinson. O motivo dessa aceleração ainda é um mistério para a ciência.

O que causa o Parkinson? Fatores de risco

Ainda não sabemos ao certo o que exatamente causa o mal de Parkinson. Até porque a maioria dos casos são idiopáticos, ou seja, não apresentam a possibilidade de identificação da sua causalidade. 

Por outro lado, o que temos de informação para tentar explicar melhor sobre a doença são alguns fatores ambientais e biológicos que podem contribuir para o desenvolvimento do mal de Parkinson.

Exposição a substâncias tóxicas, traumatismos cranianos e também fatores genéticos são alguns aspectos que podem contribuir para o surgimento da doença. 

Além disso, é provável que exista uma associação entre os aspectos mencionados. Assim, o Parkinson não é visto, pelos médicos, como uma doença exclusivamente genética, mas, sim, que pode surgir do envolvimento de vários pormenores, como os já mencionados.

O Parkinson é uma doença genética e hereditária?

O distúrbio neurológico possui alguns casos de natureza genética e a hereditariedade é considerada bem rara

Como já relatado, na maioria dos casos da doença de Parkinson não é possível identificar a causa. Porém, há outros casos em que há essa possibilidade. Alguns estudos indicam a causa do mal por meio de mutações genéticas. 

Por outro lado, não podemos confundir os termos. Uma doença genética é aquela que apresenta mutações nos genes e ela pode, ou não, ser hereditária

A hereditariedade apenas entra em ação quando é comprovado, por meio de estudos, que ocorre a passagem dos genes de uma geração para outra

Alguns casos de Parkinson já são considerados genéticos e em pouquíssimos foi identificado a sucessão do gene. É raro, mas não é impossível. 

Os neurologistas já têm conhecimento de algumas probabilidades. Por exemplo, caso você tenha parentes de primeiro grau (pai, mãe ou irmãos), tem duas vezes mais chances de desenvolver a doença com o passar dos anos. Assim, se tiver mais de um parente de primeiro grau, o risco de ter a doença aumenta significativamente. 

Entendendo todos os pormenores…

Podemos entender que o mal de Parkinson ainda é uma doença sem respostas claras e objetivas sobre suas causas e hereditariedade. Sem mencionar os sintomas que podem ser  severos e podem limitar a vida de quem desenvolve esse distúrbio. Viver com qualidade de vida e bem estar pode ser uma batalha constante contra essa doença crônica.

Mas com tratamento médico especializado e cuidados especiais é possível proporcionar uma boa qualidade de vida e um envelhecimento ativo para o maduro que foi diagnosticado com o mal de Parkinson.

Os tratamentos são sintomáticos, ou seja, não buscam a cura efetiva, mas são totalmente voltados para amenizar os sinais da doença, retardando-a. 

Fisioterapia, terapia ocupacional, terapia de estimulação cerebral profunda e fonoaudiologia – em casos de comprometimento da fala – são alternativas viáveis como tratamento para retardar a doença, sem mencionar o acompanhamento médico periódico, com neurologista ou geriatra, e a ingestão de medicamentos.

O cuidado especializado é, também, uma alternativa. O cuidador tem o papel fundamental para ajudar com a gestão de medicamentos, ele também auxilia no banho, com a troca de roupa, com a alimentação, entre outros. 

Por fim, é importante lembrar que cuidado, resiliência e carinho são essenciais para enfrentar o Parkinson. Para conseguir um cuidado especializado para quem possui o mal de Parkinson, entre em contato conosco.

Para contribuir com a qualidade de vida do seu parente, oferecemos cuidado especializado com os serviços do Parkinson Care. Com ele, você cuida de quem já cuidou de você.

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Alzheimer Cuidados com idosos Tipos de terapias

Quais os benefícios dos jogos de memória para idosos?

Jogo da memória, palavras cruzadas, quebra-cabeça e sudoku, você provavelmente conhece uma destas brincadeiras, certo? Bom, são essas atividades lúdicas, às vezes presentes em todas as gerações, que são bons estimulantes da memória. Além disso, existem vários outros benefícios que esses jogos de memória para idosos podem trazer ao maduro.

Estímulos cognitivos, socialização, autoestima e cuidado com a saúde mental são alguns fatores positivos quando falamos sobre os benefícios que os jogos de memória para idosos podem proporcionar ao seu parente de mais idade.

Nós, da Senior Concierge, preparamos um artigo que vai te ajudar a saber mais sobre os jogos que exercitam a memória e quais os benefícios que eles podem trazer para a vida do idoso. Confira!

O próprio Jogo da Memória

O Jogo da Memória ajuda a exercitar o cérebro principalmente no que tange às nossas lembranças, como o próprio nome já diz. Assim, ao separar um tempo de lazer, o idoso pode estimular a memória com a brincadeira, já que ela exige a lembrança de onde cada cartão do jogo está. 

Geralmente, esse e outros jogos que incitam a lembrança são indicados por terapeutas ocupacionais, já que as brincadeiras podem melhorar a qualidade de vida do idoso. O Jogo da Memória, em especial, incentiva o maduro a praticar a concentração, a observação espacial, o raciocínio rápido e a socialização – caso seja jogado em dupla. 

Palavras cruzadas, a memória e a leitura

Outro jogo que pode ajudar o maduro a exercitar o cérebro e também se divertir, é o jogo de palavras cruzadas. Ao precisar associar as letras com a formação das palavras, durante a brincadeira, o idoso estimula:

  • raciocínio lógico;
  • memória;
  • capacidade de associação entre conhecimentos e
  • leitura.

Inclusive, a leitura também é uma ótima forma de estimular a memória. Quando o maduro lê, ele precisa relacionar aquilo que já foi lido com o que está lendo no momento. Assim, o cérebro precisa lembrar do que foi visto páginas atrás ou apenas alguns parágrafos antes, para que a leitura faça sentido. 

Um hábito de leitura auxilia no exercício da memória e pode, aos poucos, melhorar a capacidade de recordar do idoso. Agora, caso o maduro esteja com perda de memória, confusão mental e desorientação espacial, é preciso avaliar, pois estes podem ser alguns sintomas do Alzheimer. 

Inclusive, ter alguém que amamos com essa doença pode ser algo difícil de lidar. Mas, com um programa e tratamento multidisciplinar, é possível ver melhorias significativas nos sintomas comportamentais e psicológicos do maduro.

Nós, da Senior Concierge, oferecemos o Alzheimer Care. Com um grupo multiprofissional, desenvolvemos um programa multidisciplinar para cuidar do maduro e, ainda, tentar amenizar os terríveis sintomas dessa doença. 

Quebra-cabeça, a socialização e a diversão 

Agora, outro jogo que estimula a memorização é o quebra-cabeça. Durante a brincadeira, o idoso precisa lembrar as peças que já tentou encaixar e em quais lugares tentou colocá-las, para não repetir uma ação em vão e, assim, na próxima, conseguir juntar as partes certas. 

Além disso, a brincadeira instiga a percepção espacial. Pois, a necessidade de olhar a imagem formada e montar corretamente as peças requer a lembrança visual do que está sendo visto, exercitando, assim, a memória, a visão e a percepção do espaço.

Fora isso, o quebra-cabeça também ajuda na socialização e na diversão. Quando o maduro consegue encaixar a peça certa, ou vê seu parceiro no jogo também conseguir, pode sentir satisfação, alegria e até autoconfiança. Por isso, é recomendável que o idoso pratique essas brincadeiras em grupos ou dupla. Essa é uma boa oportunidade para você juntar-se ao seu parente, exercitar seu cérebro  e divertir-se também. 

Sudoku, jogo de memória para idosos e dificuldades

Outra alternativa válida para exercitar a memória é a famosa brincadeira do Sudoku. O jogo, que tem como objetivo preencher as lacunas que estão faltando com os números de 1 a 9, provoca a memorização e o raciocínio lógico. 

Isso porque, no momento do jogo, é preciso lembrar quais números estão em cada linha para completar o objetivo, que é preencher todos os espaços que faltam, sem repetições, nas linhas horizontais e verticais. 

O jogo pode parecer um dos mais difíceis, pois envolve muito raciocínio e memória dependendo do nível de dificuldade. Por isso, é recomendável que, dependendo do grau de esquecimento ou déficit cognitivo, o maduro explore os níveis mais fáceis do jogo para, então, ir avançando. 

Assim, criando autoconfiança, o idoso melhora sua autoestima que pode influenciar positivamente na saúde mental. Mas é interessante ressaltar que todas as atividades citadas precisam ser praticadas. Isso porque é com o tempo que o maduro pode sentir as melhorias em sua percepção espacial, cognição, atenção e memória. 

Para além da brincadeira….

Além de tudo que já comentamos, há outro ponto importante. Assim como um quebra-cabeça, nosso corpo precisa de todas as peças em bom estado para que esteja saudável, certo? Com o maduro acontece a mesma coisa, ou seja, além de estimular a brincadeira, é importante saber que outros fatores podem influenciar a memória. 

Uma boa noite de sono, uma alimentação saudável, uma rotina ativa com exercícios físicos são alguns aspectos fundamentais quando falamos sobre saúde e memória. Por isso, para além da brincadeira, é pertinente pensar em outros cuidados que promovam o envelhecimento ativo.

Isso porque estar envolvido na rotina do seu familiar, com as brincadeiras, é muito válido e necessário para ajudá-lo nos benefícios relatados. Mas, por outro lado, os demais cuidados mencionados são fundamentais para construir uma rotina ativa, envolvente e que deixe quem você ama, além de saudável, muito feliz.

Nós da Senior Concierge oferecemos serviços e cuidamos com muito profissionalismo para aquela pessoa que já cuidou de você. Clique aqui e saiba mais sobre o Senior Interativo, nosso programa de serviço que ajuda o maduro a desenvolver o envelhecimento ativo.

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Idoso com covid: o que fazer? Prevenção e tratamento

As pessoas com mais de 60 anos são um dos grupos de risco na pandemia de covid-19. É por conta disso, durante esse momento delicado de contaminação, que precisamos nos atentar mais e nos perguntar: idoso com covid o que fazer? 

No post de hoje, a Senior Concierge vai te dar dicas de como auxiliar os idosos durante a pandemia, as formas de prevenção e o que fazer caso ele pegue a doença. Confira tudo a seguir!

A importância da prevenção contra a covid

A expectativa de vida da população está aumentando e, assim, a quantidade de pessoas idosas  na sociedade cresce a cada ano. Com isso, o número de familiares cuidadores também sobe. De acordo com o IBGE, o número de parentes que se dedicavam aos cuidados saltou de 3,7 milhões, em 2016, para 5,1 milhões em 2019.

Dessa forma, precisamos pensar sobre os cuidadores, sejam familiares ou profissionais da saúde, no contexto pandêmico. Antes de falarmos dos maduros em si, é necessário pensar sobre as formas de prevenção que as pessoas ao redor do idoso podem adotar.

Confira, abaixo, a lista de dicas para você se cuidar e, também, cuidar de quem você ama: 

  1. Sair apenas em caso de necessidade e, ao sair, procure manter o distanciamento necessário; 
  2. Utilizar máscaras ao sair. Isso vale também para o idoso;
  3. Levar álcool em gel na bolsa e no carro, passar regularmente;
  4. Lavar as mãos sempre que possível, ao acabar de chegar em casa, por exemplo; 

Quais os cuidados a serem feitos?

A Senior Concierge possui treinamentos regulares, bem como uso de Equipamentos de Proteção Individual e outros para ajudar, inclusive, na prevenção do contágio. Todavia, as dicas abaixo valem, também, para os familiares que convivem com os idosos:

  1. Evitar levar as mãos ao rosto ou na máscara em transportes e locais públicos
  2. Tomar banho ao chegar na residência, antes de entrar em contato com o familiar; 
  3. Trocar a roupa que estava usando em ambiente externo e no deslocamento; 
  4. Higienize as compras ao chegar em casa, antes do idoso ter contato com elas; 

Essas últimas dicas também são recomendadas para profissionais da área doméstica que podem vir a ter algum tipo de contato com o seu familiar idoso. 

Está precisando de cuidador? A Senior Concierge tem especialistas em envelhecimento ativo, conheça mais sobre os nossos serviços clicando aqui!

Meu parente idoso pegou covid, o que fazer?

Agora, se você recebeu a notícia do teste positivo em seu parente idoso, a primeira coisa a fazer é não se desesperar. Manter a calma e o pensamento positivo vai ajudar o idoso com covid a enfrentar isso de forma mais tranquila e de cabeça erguida, sem alardes. 

Além de criar esse ambiente de acolhimento e esperança, alguns cuidados para evitar a contaminação de outras pessoas também são importantes. Após a confirmação da doença, é interessante fazer acompanhamento médico regular e seguir alguns protocolos, como: 

  1. Uso de máscara pelo idoso contaminado e pelas pessoas ao seu redor; 
  2. Distanciamento mínimo de dois metros; 
  3. Higienização de objetos de uso pessoal com uma bucha e recipientes específicos; 
  4. Uso exclusivo de objetos pessoais por parte do idoso, ou seja, sem compartilhamento com os demais; 
  5. Higienização do banheiro com água sanitária após o uso da pessoa infectada; 

Assim é possível prezar pela saúde dos demais integrantes da casa e família. Enquanto o idoso com covid entra no processo de tratamento e recuperação da doença. 

Idoso com covid: como tratar a doença?

O acompanhamento médico é fundamental para tratar a covid. Os médicos vão saber dizer o nível que está a doença e tomar as medidas necessárias para que o maduro consiga se recuperar; como saber se é preciso oxigênio, internação hospitalar ou intubação, por exemplo, para o idoso com covid.

Então, quando perceber os primeiros sintomas, é recomendado realizar o teste o quanto antes. Um tratamento antecipado pode fazer toda a diferença para evitar o agravamento da doença. Se for mesmo positivo, é importante se atentar ao repouso e hidratação. 

Outra medida que está ajudando os pacientes idosos com covid é uma boa alimentação. Com uma dieta balanceada e nutritiva, a imunidade do idoso vai sendo restaurada, dando forças para superar a doença até estar totalmente curado.

Porém, infelizmente, devido à severidade da doença, alguns sintomas ainda podem permanecer, mesmo após a recuperação. Nesses casos, o acompanhamento médico de perto é recomendado. 

Assim, com os cuidados de hidratação, repouso, cuidados médicos, acolhimento emocional da família para uma boa saúde mental, o maduro poderá ir se recuperando aos poucos e, em certo momento, estar curado. 

Agora, para auxiliar a recuperação do organismo pós-covid a Senior Concierge oferece tratamentos especializados. A fisioterapia respiratória auxilia nos sintomas pós-covid e a terapia física ajuda na recuperação da massa muscular. 

Ficou interessado em nossos serviços? Clique aqui para falar conosco!

O que fazer com o idoso em isolamento?

Quando se fala sobre isolamento, a preocupação com a saúde mental e emocional logo nos vem à mente. E, com os idosos, isso não seria diferente. Assim, evitando esse contato humano, que é importante durante o envelhecimento, os idosos podem ficar sujeitos a sensação de tédio, solidão e ansiedade

Para driblar essa situação, existem algumas atividades em casa que podem ajudar. E não pense em afazeres improdutivos apenas para “preencher o tempo”. É importante que o maduro se sinta satisfeito com a realização da tarefa. Exemplos: 

  1. Praticar jardinagem
  2. Dançar, ouvir música ou praticar Musicoterapia
  3. Pintar e fazer artesanatos;
  4. Praticar Papoterapia;
  5. Leitura ou ouvir histórias;
  6. Atividades físicas como yoga; 

Essas são algumas atividades recomendadas, e existem várias outras para deixar o momento de isolamento menos tenso. Já em caso de contaminação, pode-se optar por aquelas que não precisam de contato físico, que podem ser monitoradas de longe e que não atrapalhem o momento de recuperação do maduro.

Gostou do artigo? Venha conhecer mais sobre os serviços de cuidados da Senior Concierge, fale com a gente e contrate segurança e cuidado para quem você ama! 

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Musicoterapia para idosos: veja os benefícios

Muitas pessoas afirmam que “não vivem sem música” e recorrem às melodias até mesmo para relaxar e dormir. Não parece novidade que as canções têm um poder benéfico sobre nós. Com os idosos, isso não seria diferente. A Musicoterapia para idosos traz qualidade de vida, bem-estar e prevenção de doenças para os maduros. 

Essa prática pode ajudar os idosos com as mudanças emocionais, psicológicas e físicas que acontecem ao longo da vida. Além disso, a Musicoterapia para idosos pode prevenir doenças como pressão alta e insuficiência cardíaca

Pensando em te apresentar a Musicoterapia para idosos, A Senior Concierge preparou um post que comenta, também, sobre a qualidade de vida que ela pode trazer para os maduros.

Precisando de suporte para cuidar de seus pais e avós? Conte com a Senior Concierge, segurança e cuidado para quem você ama!

O que é Musicoterapia?

De acordo com a União Brasileira de Associações de Musicoterapia (UBAM), essa terapia é uma área que estuda os efeitos da música e de experiências musicais (cantar, tocar instrumentos, ouvir música) na saúde e bem-estar das pessoas.

Esse procedimento terapêutico busca estimular a interação das pessoas umas com as outras e até com elas mesmas, por meio de cantos, danças, brincadeiras e improvisos. 

Segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS), a prática é um meio para estimular o cérebro (criatividade e memória) e o corpo (coordenação motora e expressão corporal). 

Ela é desenvolvida por um profissional da área responsável por avaliar a musicalidade e as necessidades da pessoa ou do coletivo. O musicoterapeuta, formado em nível superior ou especialista, realiza uma entrevista com os participantes, define um objetivo em comum e conduz o processo musicoterapêutico. 

A terapia pode ser aplicada em grupo ou feita de maneira individual, podendo acontecer em comunidades, organizações e instituições de saúde. 

Como funciona uma sessão de Musicoterapia?

Além da música, o espaço dessa técnica é aberto para conversas e desabafos sobre preocupações, sentimentos e até angústias. Neste sentido, existem diversas “brincadeiras” que promovem essas interações em grupos. 

Um dos exercícios de Musicoterapia consiste em sentar as pessoas em forma de círculo, escrever “Fale como está se sentindo hoje” dentro de uma balão de aniversário, enchê-lo, começar o canto da música enquanto a bexiga passa de mão em mão. No final da melodia, quem estiver segurando o balão deve estourá-lo, ler a pergunta e responder. 

Esse tipo de interação, para os idosos, permite que eles compartilhem experiências, preocupações ou sentimentos que, em uma roda de conversa, pode gerar identificação e, de certa forma, acolhimento. Falar sobre o que se sente ajuda quem o faz e  quem ouve, uma vez que diminui a sensação de solidão e de ansiedade nos envolvidos. 

Há, também, as sessões individuais, onde, por exemplo, uma pessoa que tocava um instrumento ao longo da vida e parou, pode ser incentivada a voltar, o que ajuda na memória e na coordenação motora. 

A Musicoterapia afeta positivamente a saúde, humor e realidade de um grupo, ou seja, faz a manutenção da qualidade de vida das pessoas. Ela é recomendada em qualquer idade da vida: crianças, adultos, idosos e até durante a gravidez. 

Musicoterapia para idosos

Essa prática é recomendada até para idosos, pois ela pode auxiliar na saúde física e mental dos maduros, promovendo bem-estar. 

Na Musicoterapia, há o estímulo de aspectos cognitivos como: atenção, concentração, resgate da memória e organização. Com isso, os participantes da atividade têm uma melhora da saúde mental e uma redução nos níveis de estresse. E, caso o psicológico esteja fragilizado, pode haver uma diminuição do quadro ansioso e depressivo

Isso acontece devido ao resgate de memórias afetivas através da música, a manutenção da autoestima, o incentivo à expressão corporal e o estímulo à fala. 

Todos esses fatores, também, retardam a degeneração do cérebro, por isso, a Musicoterapia para idosos é recomendada, junto de outros tratamentos, em casos de Alzheimer.

Envelhecimento ativo e musicoterapia para idosos

A Musicoterapia também pode ser uma das atividades implementadas para manutenção do Envelhecimento Ativo. 

O termo foi criado pela Organização Mundial da Saúde (OMS) para expressar uma nova visão a respeito da velhice: uma vida longa e acompanhada de atividades que promovem a saúde, a participação social e a segurança. 

Conheça o Senior Interativo, um serviço pensado para os idosos viverem da melhor forma possível. Com o auxílio de um profissional especializado, seus pais e avós podem realizar diversas atividades de estímulo cognitivo, social e físico.

Assim, o Envelhecimento Ativo é um processo de promoção de oportunidades para que os idosos percebam o seu potencial físico, social e mental

O termo “ativo” se refere mais a uma presença na sociedade em questões sociais, econômicas e culturais do que apenas em estar ativo fisicamente. 

Com o objetivo de proporcionar uma vida saudável aos maduros, o Envelhecimento Ativo tem relação com a Musicoterapia já que ela promove não apenas o movimento físico (canto, dança, brincadeiras), mas também a ação social (conversa) e cultural (música). 

Para concluir…

A Musicoterapia para idosos traz muitos benefícios pois age diretamente no cérebro. As canções conseguem resgatar lembranças, sentimentos ou até gerar novas experiências prazerosas através do ritmo, letras e melodia. 

Essa terapia pode produzir endorfina, hormônio do prazer e felicidade, o que causa emoções nas pessoas e as motivam e as estimulam a realizar suas tarefas diárias. Além disso, a Musicoterapia para idosos promove um envelhecimento ativo, com qualidade de vida e bem-estar. 

Agora que você já sabe o que é e quais os benefícios da Musicoterapia para idosos, você pode conversar com um dos especialistas e conferir os serviços da Senior. 

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O que fazer quando o idoso não aceita cuidados? Veja 5 dicas

Nossos parentes mais seniores têm sempre algo para oferecer, como ótimos conselhos e boas histórias de vida. Eles entendem que, de alguma forma, estão cuidando de nós. Por outro lado, os cuidados rotineiros costumam se inverter e nem sempre são bem aceitos. Desta forma, o que fazer quando o idoso não aceita cuidados

Alguns idosos apresentam resistência aos cuidados, isso inclui cuidadores, profissionais da saúde e, às vezes, até familiares. A “geração sanduíche” – pessoas entre 30 e 60 anos englobando filhos, netos e familiares – é a que sofre, geralmente, com essa resistência dos idosos. São eles que precisam lidar com as demandas familiares e, ao mesmo tempo, os cuidados com os pais ou avós.

Neste contexto, sabemos que a família nem sempre tem disponibilidade para cobrir todas essas demandas. Além disso, muitos familiares não possuem preparo especializado para lidar com idosos acamados ou que precisam de cuidados especiais como dependentes de medicação, acompanhamento especial para mercado, consulta médica e afazeres diários.

Por isso a presença de um profissional é importante, mas o que fazer quando o idoso não aceita os cuidados? É uma situação delicada e, pensando nisso, a Senior Concierge separou cinco dicas. 

O que fazer quando o idoso não aceita cuidados: ouvir com empatia

Para lidar com essa situação sensível, quando o idoso não aceita cuidados, precisamos entendê-lo. Por isso, é preciso ouvir com empatia, o coração e mente abertos. 

A resistência em aceitar alguém em casa como um cuidador pode acontecer devido a alguns pensamentos, tais como: não se considerar um “incapaz”, perder sua independência, ter alguém que esteja “invadindo a privacidade do lar”, ou até mesmo achar que um familiar deveria assumir a responsabilidade dos cuidados. 

O primeiro passo, portanto, para pensar em o que fazer quando um idoso não aceita cuidados é conversar, e mais: ouvir com empatia. Se colocar no lugar dele, respeitar sua opinião e tentar entendê-la ao máximo. 

Explique as suas necessidades para o seu familiar

O segundo passo para colocar em prática quando o idoso não aceita cuidados é explicar, com muita calma, a necessidade do cuidador. Mas, atenção, nesse momento você não deve pontuar porquê ele precisa de cuidados e sim o porquê você, familiar, precisa de um suporte nesse momento. 

Mencionar algumas de  suas limitações como estar presente no trabalho ou até mesmo que não sabe fazer algum procedimento pode ajudá-lo a entender. Já que a necessidade de cuidados nesse momento é, também, para dar suporte aos familiares.

Dessa forma, pontuar durante a conversa as suas preocupações e como os cuidados vão te ajudar nesse momento, pode facilitar a aceitação do idoso e diminuir, aos poucos, a resistência dele com os cuidados. 

Entenda as necessidades do idoso

Nesse momento, para resolver a dúvida – “o que fazer quando o idoso não aceita cuidados?”- é preciso que você entenda as necessidades do maduro antes de contratar um serviço. Até porque cada caso é único e se atentar ao necessário preserva a autonomia do idoso. 

Uma empresa que possui os conhecimentos e profissionais adequados pode te explicar quais cuidados são necessários no momento e por quanto tempo seria preciso os serviços. Assim, ao contar as limitações, você saberá se precisa de alguém 24 horas todos os dias ou até mesmo se um suporte de 6 horas algumas vezes por semana, por exemplo, seria o suficiente.

A Senior Concierge oferece segurança e cuidado para quem você ama, clique aqui conheça melhor os nossos serviços. 

Entender as necessidades e adotar apenas o necessário é fundamental para que o maduro não fique com a sensação de dependência quanto aos afazeres. Prezar pela autonomia dele vai ajudar na aceitação dos cuidados. 

Comece aos poucos

Após avaliar as necessidades, é preciso ir aos poucos. Neste quarto passo para se pensar sobre o que fazer quando o idoso não aceita cuidados, é preciso paciência e perseverança.

Para começar é melhor que alguém – seja médico, cuidador ou acompanhante – vá e fique apenas algumas horas, mesmo que isso não comporte toda a demanda de cuidados. 

Por exemplo, se o profissional precisa ficar por oito horas, começar a primeira semana com 4 horas, e assim progredindo aos poucos, o maduro vai se acostumando e aceitando os cuidados sem pressão e incômodo. 

Uma boa empresa também, ao iniciar o atendimento no lar, possui uma reunião inicial em que é explicado o dia a dia, bem como algumas atividades podem ser decididas em conjunto com o idoso e a família, o que deixa o processo mais tranquilo e seguro

Além disso, é preciso entender que um processo de aceitação, ainda que iniciado, pode levar um tempo – empatia e confiança podem ser construídas no dia a dia. 

Um dos serviços da Senior é o Senior Interativo, nele um profissional especializado, a partir de uma vez por semana, por 4 horas, para realizar junto ao idoso atividades de estímulo cognitivo, social e físico, como caminhadas, alongamentos, ir ao mercado, à feira, a consultas e exames. Clique aqui e faça seu orçamento.

Esteja presente 

Por fim, esteja presente  durante o processo. Isso passa confiança para seus pais, avós ou parentes seniores e, se em algum momento ele se sentir desconfortável, o familiar pode aliviar a tensão.

Para facilitar a aceitação do cuidador, se a resistência permanecer, é bom que um familiar esteja presente nos primeiros dias para conhecer melhor o profissional.

Não esqueça que a paciência, a empatia e o carinho são indispensáveis, converse sempre com seu familiar idoso. Com isso, é provável que a resistência diminua. 

Agora que você já tem os passos necessários para saber o que fazer quando o idoso não aceita cuidados, confira os nossos serviços! 

A Senior Concierge oferece segurança e cuidado para quem você ama com especialistas que atuam dentro do conforto da sua casa. Clique aqui e fale conosco!